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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Irã acusa Arábia Saudita e Emirados Árabes de financiarem autores de atentado

O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, denunciou nesta segunda-feira que os autores do atentado terrorista cometido no sábado na cidade de Ahvaz "são financiados pelos regimes de Arábia Saudita e Emirados Árabes".


EFE

Teerã - "Puniremos rigorosamente os autores intelectuais covardes que estão por trás do ataque", declarou o líder em discurso diante de atletas iranianos, coincidindo com o funeral de alguns dos 25 mortos do atentado.

O líder supremo do Irã, Ali Khamenei. EFE/Abedin Taherkenareh
O líder supremo do Irã, Ali Khamenei. EFE/Abedin Taherkenareh

Khamenei comentou que "o ataque covarde foi realizado pelas mesmas pessoas que, quando estão presas na Síria ou no Iraque, os EUA chegam para salvá-las".

"Esse incidente dilacerador revelou mais uma vez que a nação iraniana enfrenta muitos inimigos em seu orgulhoso caminho para o progresso e o desenvolvimento", acrescentou.

As autoridades iranianas acusaram alguns países rivais do golfo Pérsico, principalmente Arábia Saudita Emirados Árabes, de financiarem e armarem o grupo separatista árabe Ahvaz National Resistance, o qual responsabilizam do atentado.

No domingo passado, o ministro das Relações Exteriores dos Emirados Árabes, Anwar Gargash, classificou como "lamentável" a postura de Teerã e afirmou que as acusações são "infundadas".

O ataque foi cometido por quatro extremistas que atiraram contra uma parada militar em Ahvaz, causando a morte de 25 pessoas e deixando outras 60 feridas.

O ministro iraniano de Inteligência, Mahmoud Alavi, anunciou nesta segunda-feira que várias pessoas foram detidas por envolvimento no atentado, mas não detalhou o número exato.

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