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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Irã acusa Arábia Saudita e Emirados Árabes de financiarem autores de atentado

O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, denunciou nesta segunda-feira que os autores do atentado terrorista cometido no sábado na cidade de Ahvaz "são financiados pelos regimes de Arábia Saudita e Emirados Árabes".


EFE

Teerã - "Puniremos rigorosamente os autores intelectuais covardes que estão por trás do ataque", declarou o líder em discurso diante de atletas iranianos, coincidindo com o funeral de alguns dos 25 mortos do atentado.

O líder supremo do Irã, Ali Khamenei. EFE/Abedin Taherkenareh
O líder supremo do Irã, Ali Khamenei. EFE/Abedin Taherkenareh

Khamenei comentou que "o ataque covarde foi realizado pelas mesmas pessoas que, quando estão presas na Síria ou no Iraque, os EUA chegam para salvá-las".

"Esse incidente dilacerador revelou mais uma vez que a nação iraniana enfrenta muitos inimigos em seu orgulhoso caminho para o progresso e o desenvolvimento", acrescentou.

As autoridades iranianas acusaram alguns países rivais do golfo Pérsico, principalmente Arábia Saudita Emirados Árabes, de financiarem e armarem o grupo separatista árabe Ahvaz National Resistance, o qual responsabilizam do atentado.

No domingo passado, o ministro das Relações Exteriores dos Emirados Árabes, Anwar Gargash, classificou como "lamentável" a postura de Teerã e afirmou que as acusações são "infundadas".

O ataque foi cometido por quatro extremistas que atiraram contra uma parada militar em Ahvaz, causando a morte de 25 pessoas e deixando outras 60 feridas.

O ministro iraniano de Inteligência, Mahmoud Alavi, anunciou nesta segunda-feira que várias pessoas foram detidas por envolvimento no atentado, mas não detalhou o número exato.

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