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Fuzileiros Navais do Brasil e dos EUA ratificam acordo de cooperação

Diálogo conversou com o Contra-Almirante (FN) da Marinha do Brasil (MB) Nélio de Almeida para conhecer detalhes dessa parceria
Por Marcos Ommati | Diálogo Américas | Poder Naval

Criar mais oportunidades de intercâmbio de conhecimento e treinamento combinado entre os Fuzileiros Navais do Brasil e dos Estados Unidos. Este é o objetivo principal de um plano de cinco anos ratificado em fevereiro de 2019 entre os representantes de ambas as forças, o Contra-Almirante (FN) da Marinha do Brasil Nélio de Almeida, comandante do Desenvolvimento Doutrinário do Corpo de Fuzileiros Navais (CFN) do Brasil e presidente nacional da Associação de Veteranos desta força, e o Contra-Almirante Michael F. Fahey III, comandante do Corpo de Fuzileiros Navais Sul dos EUA (MARFORSOUTH, em inglês). O C Alte Nélio recebeu Diálogo em seu escritório na Ilha do Governador, Rio de Janeiro, para dar detalhes do acordo e conversar sobre outros temas de interesse das marinhas do Brasil e de outros países da região e dos E…

Irã: presença dos EUA na Síria 'deve terminar imediatamente'

Nesta sexta-feira (7), o presidente iraniano Hassan Rouhani afirmou que é difícil esperar de Washington "um papel positivo na regulação da situação na Síria", ressaltando que a presença de tropas norte-americanas no país árabe "deve terminar imediatamente".


Sputnik

Os líderes da Rússia, Turquia e Irã se reuniram hoje (7) em Teerã para discutir a situação na Síria, particularmente na província de Idlib.

Militar norte-americano na cidade de Manbij, Síria
Tropa dos EUA na Síria © AP Photo/ Hussein Malla

A presença dos EUA na Síria é ilegal, pois não foi aprovada pelo governo de Assad e somente dificulta o processo de paz, segundo o líder iraniano, adicionando ele que a luta antiterrorista na província de Idlib é um passo crucial no processo de paz sírio.

"É evidente que os americanos estão na Síria de forma ilegal e somente se dedicam à agressão […] A intervenção dos Estados Unidos na Síria não tem base em nenhuma norma do direito internacional, sua presença agrava o problema e dificulta o estabelecimento de uma paz sustentável no país", declarou Rouhani.

Além disso, o presidente iraniano destacou que Teerã manterá sua presença na Síria para "lutar contra o terrorismo a pedido do governo legítimo do país".

"E a continuação de nossa presença na República Árabe da Síria será resolvida no futuro a partir do mesmo princípio", afirmou o presidente.

Ele ainda complementou seu discurso falando que a presença iraniana "não serve para impor nossa vontade a ninguém".

"Sempre apoiaremos a vontade do povo sírio como a de um povo amigo […] Estamos plenamente conscientes das preocupações dos países da região com o terrorismo e o separatismo. Cremos que a cooperação com o governo legítimo da Síria é a abordagem mais eficaz e sustentável, e estamos firmemente convencidos de que outras abordagens, como a intervenção direta sem coordenação com o Exército sírio, podem agravar a situação no país", concluiu Rouhani.

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