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Mídia europeia explica como sistema russo S-400 se tornou 'hit de exportações'

Os sistemas russos de defesa antiaérea S-400 têm gerado cada vez mais interesse por parte dos outros países e se tornaram mesmo um "hit de exportações" no mercado internacional de armamentos, opina a mídia alemã.
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Segundo escreveu o jornal Die Welt, a China adquiriu este sistema em janeiro deste ano, a Turquia irá recebê-lo no ano que vem e, em outubro passado, a Índia passou também a estar entre os importadores desta arma, assinando um contrato no valor de mais de 5 bilhões de dólares (quase 19 bilhões de reais) com a empresa estatal russa de exportação de armas.


Em opinião dos especialistas citados pela edição, no que tange às características técnicas, os complexos S-400 superam os análogos norte-americanos. Em particular, os S-400 são capazes de eliminar alvos diferentes em altitudes de até 30 quilômetros, em um raio de 400 quilômetros, podendo ser equipados com mísseis de alcances diferentes.

Já o conhecido sistema norte-americano Patriot, instalado inclusive na Europ…

Irã progride indústria militar e pensa em dividir seus melhores armamentos com Síria

Segundo jornal iraniano, Teerã pretende fornecer a Damasco caças de fabricação nacional Kowsar e sistemas antiaéreos Bavar-373, que são semelhantes aos S-300 russos, porém, de acordo com fonte militar síria, não há datas concretas para entrega.


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Kowsar foi lançado no mês passado e é o primeiro caça fabricado pelo Irã, além disso, ele se assemelha ao caça americano de terceira geração F-5E. Vale destacar que a aeronave iraniana é equipada com modernos equipamentos, o que indica um avanço da indústria iraniana, que poucos países possuem, afirma o jornal local Al Masdar News.

Caça Kowsar, o primeiro de produção iraniana
Caça iraniano Kowsar | CC BY 4.0 / Tasnim News Agency

Caça possui uma arquitetura altamente integrada e um sistema de controle de fogo que utiliza redes de dados digitais de quarta geração, sendo capaz de carregar diversos armamentos, além de poder ser utilizado em missões curtas de apoio.

O Irã vem desenvolvendo sua indústria militar há anos, enfrentando sanções internacionais e unilaterais, impostas pela ONU, EUA e seus aliados. Com isso, o país tem obtido avanços consideráveis que já conta com um robusto programa de mísseis, um tanque de combate Karrar, uma grande variedade de drones e outros projetos.

Outro projeto iraniano é o sistema antiaéreo de longo alcance, Bavar-373, projetado para substituir os S-300 russos, que devido às sanções da ONU, teve o contrato suspenso. O projeto foi lançado em 2016 e está previsto para ser finalizado em 2019, entrando em serviço no exército iraniano.

A informação surgiu em um momento tenso na Síria devido às ameaças dos EUA e seus aliados de realizar uma ação militar contra Damasco em caso de utilização de armas químicas.

Além do mais, militares e políticos tanto russos como sírios vêm denunciando a possibilidade de realização de encenação de ataque químico por países ocidentais para justificar posteriormente ataque ao governo sírio.

A hipotética ofensiva de Damasco contra a província de Idlib, transformado em um ponto de guerra que sedia tanto extremistas radicais como opositores armados, é a região onde chocam os interesses e planos da Síria (com seus aliados Rússia e Irã), de Turquia (que patrocina vários grupos opositores presentes na província) e da coalizão liderada pelos EUA.

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