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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Israel teme que Rússia 'corte suas asas na Síria' por incidente com Il-20

Com suas possíveis medidas de resposta ao incidente com o Il-20 na Síria, a Rússia poderá levar à limitação da zona de voos da Força Aérea de Israel sobre o território sírio, diz um artigo do jornal Haaretz.


Sputnik

Segundo a edição, Israel teme que a Rússia "corte suas asas na Síria", esperando que Moscou se limite a fechar o espaço aéreo por uma semana sem aplicar outras restrições como, por exemplo, interditar que aviões israelenses voem perto de bases russas no norte da Síria. Neste caso, a aviação israelense perderia o acesso a territórios sírios ao norte de Damasco.

Caça F-16 D da Força Aérea de Israel (arquivo)
F-16 Fighting Falcon israelense © AFP 2018 / Jack Guez

Além disso, acredita o jornal, tais medidas poderão contribuir para a criação de zonas seguras para as forças governamentais sírias e o movimento libanês Hezbollah (considerado terrorista por Israel), bem como dar ao Irã uma oportunidade de fortalecer suas posições na região.

O artigo cita o ministro da Defesa de Israel, Avigdor Lieberman, que se referiu às negociações que ele e o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu realizaram com altos funcionários russos e ao envio de uma delegação militar a Moscou, sublinhando que isso demonstra as boas relações entre os dois países. Além disso, essas medidas sinalizam que Israel está se sentindo desconfortável por causa da tragédia.

Haaretz nota que Israel tem se acostumado nos últimos anos a agir na "frente norte" da Síria quase sem obstáculos. Depois de a defesa aérea síria ter abatido um F-16 israelense, Tel Aviv tirou certas conclusões, mas continuou realizando ataques à Síria, diz a matéria.

A base aérea russa de Hmeymim perdeu o contato com uma aeronave militar russa Il-20 na noite de segunda-feira (17) durante um ataque de 4 jatos F-16 israelenses contra alvos na província síria de Latakia. O avião russo Il-20, a bordo do qual estavam 15 militares, foi derrubado por um míssil de um sistema S-200 do Exército sírio, matando todos os ocupantes.

O Ministério da Defesa da Rússia disse que os militares de Israel criaram deliberadamente uma situação perigosa usando a aeronave militar russa como um escudo contra os sistemas de defesa antiaérea da Síria.

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