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Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

Israelenses apoiam solução de 2 Estados, mas acham implantação impossível

Quase a metade dos judeus israelenses (47%) apoia a solução dos dois Estados, um para israelenses e outro para palestinos, uma quantidade que chega a 73% no caso dos árabes israelenses, contra 46% que são contrários, informou o Instituto de Democracia de Israel nesta quarta-feira.


EFE

No entanto, a maioria dos israelenses (56%), tanto judeus quanto árabes, acredita que um acordo de paz que passe pelo estabelecimento de um Estado palestino é impossível de ser implementado, afirma o estudo por ocasião dos 25 anos da assinatura do Acordos de paz de Oslo, que será na semana que vem. Estes acordos abriam o caminho para a criação de um Estado palestino independente que não se materializou.

Palestinos se protegem de gás lançado por solados israelenses na froteira de Israel com a Faixa de Gaza. EFE/ Haitham Imad
Palestinos se protegem de gás lançado por solados israelenses na froteira de Israel com a Faixa de Gaza. EFE/ Haitham Imad

Para 43% dos árabes israelenses (palestinos que ficaram dentro de Israel após a criação do país em 1948), as duas partes encontrariam dificuldades de conseguir isso, enquanto entre os judeus israelenses 43% acreditam que são os palestinos que teriam mais problemas.

A pesquisa propôs quais seriam as principais linhas que os israelenses não estariam dispostos a atravessar para assinar a paz e que, em última instância, fariam qualquer negociação fracassar. Ao todo, 81% se opôs à libertação dos presos palestinos, 77% ao reconhecimento de Israel da "catástrofe" causada aos palestinos com a criação do Estado israelense, 75% a declaração de Jerusalém Leste como capital da Palestina e 71% ao estabelecimento de uma barreira aberta entre os dois Estados e ao encerramento dos assentamentos judeus isolados em território ocupado.

"Em outras palavras, a maioria da população judaica é contra, por diferentes, mas claras razões, de todas as condições que o governo israelense teria que presumivelmente aceitar para conseguir um acordo e demonstrar que Israel quer de fato a paz", afirma o relatório.

Por sua vez, a maioria dos árabes israelenses apoia estes aspectos, especialmente a libertação dos prisioneiros, com 91% dos entrevistados a favor.

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