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Erdogan: Rússia e Turquia decidirão que grupos deixarão zona de Idlib

Rússia e Turquia irão determinar em conjunto quais grupos radicais deverão deixar o território da zona desmilitarizada de Idlib, na Síria, segundo afirmou o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, neste domingo.
Sputnik

"Durante negociações sobre Idlib em Sochi, nós decidimos estabelecer uma zona desmilitarizada entre os territórios controlados pela oposição e pelo regime. A oposição permanecerá nos territórios que ela ocupa. Vamos garantir que os grupos radicais, designados em conjunto com a Rússia, não operem na região", disse Erdogan em artigo publicado pelo jornal russo Kommersant

Ainda de acordo com o líder turco, Washington segue atrapalhando o equilíbrio na região com seu apoio às Unidades de Proteção do Povo Curdo (YPG) e ao Partido da União Democrática (PYD) na Síria, considerados adversários de Ancara.

"Infelizmente, vemos que o apoio extraordinário que tem sido prestado recentemente, especialmente pelos Estados Unidos, às forças do YPG e do PYD, continua. Tais …

Israelenses apoiam solução de 2 Estados, mas acham implantação impossível

Quase a metade dos judeus israelenses (47%) apoia a solução dos dois Estados, um para israelenses e outro para palestinos, uma quantidade que chega a 73% no caso dos árabes israelenses, contra 46% que são contrários, informou o Instituto de Democracia de Israel nesta quarta-feira.


EFE

No entanto, a maioria dos israelenses (56%), tanto judeus quanto árabes, acredita que um acordo de paz que passe pelo estabelecimento de um Estado palestino é impossível de ser implementado, afirma o estudo por ocasião dos 25 anos da assinatura do Acordos de paz de Oslo, que será na semana que vem. Estes acordos abriam o caminho para a criação de um Estado palestino independente que não se materializou.

Palestinos se protegem de gás lançado por solados israelenses na froteira de Israel com a Faixa de Gaza. EFE/ Haitham Imad
Palestinos se protegem de gás lançado por solados israelenses na froteira de Israel com a Faixa de Gaza. EFE/ Haitham Imad

Para 43% dos árabes israelenses (palestinos que ficaram dentro de Israel após a criação do país em 1948), as duas partes encontrariam dificuldades de conseguir isso, enquanto entre os judeus israelenses 43% acreditam que são os palestinos que teriam mais problemas.

A pesquisa propôs quais seriam as principais linhas que os israelenses não estariam dispostos a atravessar para assinar a paz e que, em última instância, fariam qualquer negociação fracassar. Ao todo, 81% se opôs à libertação dos presos palestinos, 77% ao reconhecimento de Israel da "catástrofe" causada aos palestinos com a criação do Estado israelense, 75% a declaração de Jerusalém Leste como capital da Palestina e 71% ao estabelecimento de uma barreira aberta entre os dois Estados e ao encerramento dos assentamentos judeus isolados em território ocupado.

"Em outras palavras, a maioria da população judaica é contra, por diferentes, mas claras razões, de todas as condições que o governo israelense teria que presumivelmente aceitar para conseguir um acordo e demonstrar que Israel quer de fato a paz", afirma o relatório.

Por sua vez, a maioria dos árabes israelenses apoia estes aspectos, especialmente a libertação dos prisioneiros, com 91% dos entrevistados a favor.

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