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Pentágono nega que avião russo tenha 'expulsado' bombardeiro americano do Báltico

O Pentágono não concorda que o bombardeiro estratégico norte-americano B-52H tenha sido expulso por um caça russo Su-27 sobre o mar Báltico, comunicou à Sputnik o representante da entidade militar americana Eric Pahon.
Sputnik

"O avião da Força Aérea dos EUA B-52H realizava operações rotineiras no espaço aéreo internacional segundo o princípio da liberdade de navegação e de voo. Em 20 de março, o B-52H teve um encontro ordinário com um Su-27 russo que efetuava operações sobre o mar Báltico", esclareceu o porta-voz do Pentágono.

Pahon acrescentou que o Su-27 não expulsou o B-52H, que conseguiu completar a sua missão.

Na véspera, o Ministério da Defesa da Rússia publicou um vídeo de caças russos escoltando um bombardeiro estratégico americano Boeing B-52H sobre as águas neutras do mar Báltico. Segundo o comunicado, dois caças Su-27 levantaram voo para identificar e acompanhar a aeronave dos EUA.

De acordo com o Ministério, após o B-52H ter mudado de trajetória, distanciando-se da f…

Israelenses apoiam solução de 2 Estados, mas acham implantação impossível

Quase a metade dos judeus israelenses (47%) apoia a solução dos dois Estados, um para israelenses e outro para palestinos, uma quantidade que chega a 73% no caso dos árabes israelenses, contra 46% que são contrários, informou o Instituto de Democracia de Israel nesta quarta-feira.


EFE

No entanto, a maioria dos israelenses (56%), tanto judeus quanto árabes, acredita que um acordo de paz que passe pelo estabelecimento de um Estado palestino é impossível de ser implementado, afirma o estudo por ocasião dos 25 anos da assinatura do Acordos de paz de Oslo, que será na semana que vem. Estes acordos abriam o caminho para a criação de um Estado palestino independente que não se materializou.

Palestinos se protegem de gás lançado por solados israelenses na froteira de Israel com a Faixa de Gaza. EFE/ Haitham Imad
Palestinos se protegem de gás lançado por solados israelenses na froteira de Israel com a Faixa de Gaza. EFE/ Haitham Imad

Para 43% dos árabes israelenses (palestinos que ficaram dentro de Israel após a criação do país em 1948), as duas partes encontrariam dificuldades de conseguir isso, enquanto entre os judeus israelenses 43% acreditam que são os palestinos que teriam mais problemas.

A pesquisa propôs quais seriam as principais linhas que os israelenses não estariam dispostos a atravessar para assinar a paz e que, em última instância, fariam qualquer negociação fracassar. Ao todo, 81% se opôs à libertação dos presos palestinos, 77% ao reconhecimento de Israel da "catástrofe" causada aos palestinos com a criação do Estado israelense, 75% a declaração de Jerusalém Leste como capital da Palestina e 71% ao estabelecimento de uma barreira aberta entre os dois Estados e ao encerramento dos assentamentos judeus isolados em território ocupado.

"Em outras palavras, a maioria da população judaica é contra, por diferentes, mas claras razões, de todas as condições que o governo israelense teria que presumivelmente aceitar para conseguir um acordo e demonstrar que Israel quer de fato a paz", afirma o relatório.

Por sua vez, a maioria dos árabes israelenses apoia estes aspectos, especialmente a libertação dos prisioneiros, com 91% dos entrevistados a favor.

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