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Marinha do Brasil simula resgate de civis em área de conflito ou desastre natural (VÍDEO)

A Marinha do Brasil realizou entre os dias 6 e 14 de novembro a Operação Atlântico, na praia de Itaoca, no Espírito Santo. A simulação deste ano treinou os oficiais para casos em que houvesse resgate de civis em uma área de conflito armado ou que foram alvos de desastres naturais.
Sputnik

Era por volta de 5h40 do dia 10 de novembro, um sábado, ainda estava amanhecendo, quando o Almirante Paulo Martinho Zucaro, Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, olhou e disse para a reportagem da Sputnik Brasil: "É guerra".


A declaração foi dada para explicar os motivos de se realizar um treinamento deste porte mesmo em condições extremamente desfavoráveis. A chuva era forte, as ondas na beira da praia atingiam 1,5 metros e os ventos chegaram a 20 km/h. O nível de dificuldade preocupava o alto comando, mas não foi um problema para os fuzileiros e marinheiros.

Antes do amanhecer, sete Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf) chegaram à praia e deram início ao desembarque. Após eles chegarem foi…

Israelenses apoiam solução de 2 Estados, mas acham implantação impossível

Quase a metade dos judeus israelenses (47%) apoia a solução dos dois Estados, um para israelenses e outro para palestinos, uma quantidade que chega a 73% no caso dos árabes israelenses, contra 46% que são contrários, informou o Instituto de Democracia de Israel nesta quarta-feira.


EFE

No entanto, a maioria dos israelenses (56%), tanto judeus quanto árabes, acredita que um acordo de paz que passe pelo estabelecimento de um Estado palestino é impossível de ser implementado, afirma o estudo por ocasião dos 25 anos da assinatura do Acordos de paz de Oslo, que será na semana que vem. Estes acordos abriam o caminho para a criação de um Estado palestino independente que não se materializou.

Palestinos se protegem de gás lançado por solados israelenses na froteira de Israel com a Faixa de Gaza. EFE/ Haitham Imad
Palestinos se protegem de gás lançado por solados israelenses na froteira de Israel com a Faixa de Gaza. EFE/ Haitham Imad

Para 43% dos árabes israelenses (palestinos que ficaram dentro de Israel após a criação do país em 1948), as duas partes encontrariam dificuldades de conseguir isso, enquanto entre os judeus israelenses 43% acreditam que são os palestinos que teriam mais problemas.

A pesquisa propôs quais seriam as principais linhas que os israelenses não estariam dispostos a atravessar para assinar a paz e que, em última instância, fariam qualquer negociação fracassar. Ao todo, 81% se opôs à libertação dos presos palestinos, 77% ao reconhecimento de Israel da "catástrofe" causada aos palestinos com a criação do Estado israelense, 75% a declaração de Jerusalém Leste como capital da Palestina e 71% ao estabelecimento de uma barreira aberta entre os dois Estados e ao encerramento dos assentamentos judeus isolados em território ocupado.

"Em outras palavras, a maioria da população judaica é contra, por diferentes, mas claras razões, de todas as condições que o governo israelense teria que presumivelmente aceitar para conseguir um acordo e demonstrar que Israel quer de fato a paz", afirma o relatório.

Por sua vez, a maioria dos árabes israelenses apoia estes aspectos, especialmente a libertação dos prisioneiros, com 91% dos entrevistados a favor.

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