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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Kiev declara que houve 'provocações' contra navios ucranianos no estreito de Kerch

Ministério Público Militar da Ucrânia afirma que teria registrado "situações provocatórias" durante a passagem dos navios ucranianos pelo estreito de Kerch e que está disposto a apresentá-las perante tribunais internacionais, porém não demonstrou provas nenhumas.


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No sábado (22), o navio de busca e resgate Donbass e o rebocador de alto mar Korets navegaram ao longo da costa da Crimeia, entrando inclusive na zona econômica exclusiva da Rússia. Navios de guerra russos escoltaram os navios ucranianos.

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Navios da Marinha da Ucrânia no Estreito de Kerch © Foto : Courtesy of eyewitness

A Marinha da Ucrânia declarou que a Rússia teria criado "incidentes perigosos" durante a recente passagem dos navios ucranianos pelas águas do estreito.

O representante oficial da Procuradoria Geral da Ucrânia, Andrei Lysenko comunicou na sua página do Facebook que, para verificar o cumprimento do direito internacional pela Rússia, em um dos navios estavam representantes do Ministério Público Militar.

Ele afirmou que teriam sido alegadamente documentadas "situações provocatórias" para serem depois apresentadas nas instâncias internacionais. No entanto, a Procuradoria não detalhou nada sobre essas "provocações".

Anteriormente, o representante do Parlamento da Crimeia, Efim Fiks, declarou que os navios da Marinha ucraniana atravessaram o estreito de Kerch sem quaisquer problemas, incidentes perigosos ou obstáculos da parte russa. Tudo se passou "segundo as regras, cumprindo as todas as normas do direito marítimo internacional e as medidas de segurança", destacou.

O diretor-geral dos Portos Marítimos da Crimeia, Alexey Volkov, confirmou que durante a passagem dos navios ucranianos não houve provocações nenhumas.

O senador russo Franz Klintsevich qualificou a declaração da Marinha ucraniana sobre "comportamento perigoso" dos serviços fronteiriços russos como uma manifestação da guerra informacional e expressou seu receio que as provocações da Ucrânia no mar de Azov continuem.

O senador sublinhou que essas provocações não deram certo. Os nervos dos guardas fronteiriços estiveram serenos e a escolta se realizou rigorosamente de acordo com as regras internacionais.

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