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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Laudo comprova que soldado foi torturado durante trote em quartel do Exército no Rio de Janeiro

Soldado teve que passar por cirurgia de extração de testículo. O responsável pelo exame conclui que a vítima não tem capacidade para exercer atividades esportivas e de trabalho.


Por GloboNews

A Globonews teve acesso ao laudo da perícia que comprova que um soldado foi brutalmente espancado dentro de um quartel do Exército no Rio de Janeiro. Esse caso aconteceu durante um trote, em maio de 2016. O laudo da perícia foi anexado a um processo da Justiça Federal no mês passado.

Resultado de imagem para Tortura em maio de 2016: laudo confirma que soldado do Exército ficou com sequelas
Tortura em maio de 2016: laudo confirma que soldado do Exército ficou com sequelas - GloboNews – Jornal GloboNews

Para o médico responsável pelo exame, "a agressão praticada por um grupo de militares, à título de um trote tradicional, parece uma verdadeira tentativa de homicídio". O militar agredido cobra indenização no processo.

Ele denunciou que foi agredido por 18 cabos, dentro de um quartel na Zona Oeste do Rio. Como consequência das agressões ele precisou fazer uma cirurgia para a retirada de um testículo.

O perito considera "que a pior sequela são os reflexos psíquicos sobre a personalidade do soldado". O responsável pelo exame conclui que a vítima não tem capacidade para exercer atividades esportivas e de trabalho.

O médico respondeu 26 perguntas no laudo da perícia. Em uma das questões, ele afirmou que a a perda do testículo “causa um reflexo no comportamento humano de uma gravidade imensurável”.

O médico também atestou que o militar tem um problema lombar, além de um transtorno misto ansioso e depressivo e transtornos de adaptação e que os "distúrbios psíquicos são decorrentes da agressão ocorrida durante o serviço militar".

Oito cabos responsáveis pelas agressões estão respondendo a um processo na Justiça Militar por lesão corporal. Segundo o Exército, os militares envolvidos no caso foram expulsos do efetivo. A corporação afirma que repudia veementemente a prática de maus tratos ou qualquer ato que viole os direitos fundamentais de seus integrantes.

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