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Pentágono se diz pronto para admitir ter muitos 'criminosos' nas suas tropas

Depois que uma série de terríveis desastres de relações públicas que expôs soldados de elite dos EUA sendo presos por posse de drogas, abuso, estupro e assassinato, o Pentágono está reprimindo questões disciplinares em seu Comando de Operações Especiais, segundo um novo relatório.
Sputnik

Com "alegações de falta grave" acumulando-se altas demais para serem ignoradas após duas décadas de guerra, o general Raymond "Tony" Thomas, chefe do Comando de Operações Especiais, e Owen West, chefe de Operações Especiais e Conflito de Baixa Intensidade do Pentágono, esboçaram um ambicioso plano de 90 dias para descobrir como o corpo de elite militar se perdeu.


O primeiro de seu tipo, a avaliação profissional pretende "rever e reforçar os padrões éticos e de conduta", segundo documentos adquiridos pelo jornal The Washington Times.

"O primeiro passo em qualquer programa de tratamento é admitir que você tem um problema", disse uma autoridade do Comando de Operações…

Laudo comprova que soldado foi torturado durante trote em quartel do Exército no Rio de Janeiro

Soldado teve que passar por cirurgia de extração de testículo. O responsável pelo exame conclui que a vítima não tem capacidade para exercer atividades esportivas e de trabalho.


Por GloboNews

A Globonews teve acesso ao laudo da perícia que comprova que um soldado foi brutalmente espancado dentro de um quartel do Exército no Rio de Janeiro. Esse caso aconteceu durante um trote, em maio de 2016. O laudo da perícia foi anexado a um processo da Justiça Federal no mês passado.

Resultado de imagem para Tortura em maio de 2016: laudo confirma que soldado do Exército ficou com sequelas
Tortura em maio de 2016: laudo confirma que soldado do Exército ficou com sequelas - GloboNews – Jornal GloboNews

Para o médico responsável pelo exame, "a agressão praticada por um grupo de militares, à título de um trote tradicional, parece uma verdadeira tentativa de homicídio". O militar agredido cobra indenização no processo.

Ele denunciou que foi agredido por 18 cabos, dentro de um quartel na Zona Oeste do Rio. Como consequência das agressões ele precisou fazer uma cirurgia para a retirada de um testículo.

O perito considera "que a pior sequela são os reflexos psíquicos sobre a personalidade do soldado". O responsável pelo exame conclui que a vítima não tem capacidade para exercer atividades esportivas e de trabalho.

O médico respondeu 26 perguntas no laudo da perícia. Em uma das questões, ele afirmou que a a perda do testículo “causa um reflexo no comportamento humano de uma gravidade imensurável”.

O médico também atestou que o militar tem um problema lombar, além de um transtorno misto ansioso e depressivo e transtornos de adaptação e que os "distúrbios psíquicos são decorrentes da agressão ocorrida durante o serviço militar".

Oito cabos responsáveis pelas agressões estão respondendo a um processo na Justiça Militar por lesão corporal. Segundo o Exército, os militares envolvidos no caso foram expulsos do efetivo. A corporação afirma que repudia veementemente a prática de maus tratos ou qualquer ato que viole os direitos fundamentais de seus integrantes.

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