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Marinha do Brasil simula resgate de civis em área de conflito ou desastre natural (VÍDEO)

A Marinha do Brasil realizou entre os dias 6 e 14 de novembro a Operação Atlântico, na praia de Itaoca, no Espírito Santo. A simulação deste ano treinou os oficiais para casos em que houvesse resgate de civis em uma área de conflito armado ou que foram alvos de desastres naturais.
Sputnik

Era por volta de 5h40 do dia 10 de novembro, um sábado, ainda estava amanhecendo, quando o Almirante Paulo Martinho Zucaro, Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, olhou e disse para a reportagem da Sputnik Brasil: "É guerra".


A declaração foi dada para explicar os motivos de se realizar um treinamento deste porte mesmo em condições extremamente desfavoráveis. A chuva era forte, as ondas na beira da praia atingiam 1,5 metros e os ventos chegaram a 20 km/h. O nível de dificuldade preocupava o alto comando, mas não foi um problema para os fuzileiros e marinheiros.

Antes do amanhecer, sete Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf) chegaram à praia e deram início ao desembarque. Após eles chegarem foi…

Mais um destróier dos EUA chega ao Mediterrâneo cheio de mísseis Tomahawk

O destróier USS Bulkeley (DDG-84), da classe Arleigh Burke, entrou no mar Mediterrâneo através do estreito de Gibraltar na quarta-feira (12), segundo dados do monitoramento marítimo de Gibraltar.


Sputnik

Com a chegada ao mar Mediterrâneo de mais um destróier norte-americano equipado com 56 mísseis de cruzeiro Tomahawk, os EUA teriam 200 mísseis na região disponíveis para atacar alvos na Síria. 


Destróier USS Bulkeley (DDG-84)
USS Bulkeley (DDG-84) | CC BY 2.0 / Gonzalo Alonso

Nas águas do mar Mediterrâneo estão instalados quatro destróieres norte-americanos: USS Bulkeley, USS Carney, USS Ross e USS Winston S. Churchill.

Além disso, na semana passada, o submarino nuclear americano USS Newport News (SSN-750) da classe Los Angeles, equipado com Tomahawk, também chegou ao Mediterrâneo.

No início de setembro, a Rússia realizou grandes exercícios navais no mar Mediterrâneo, envolvendo 26 navios de guerra, dois submarinos e aviões Tu-160, Tu-142, Il-38, Su-33 e Su-30SM. A presença dos navios russos na zona foi vista como obstáculo para possível realização de novos ataques dos EUA ao país árabe.

Washington acusa retiradamente o governo do presidente sírio, Bashar Assad, de estar preparando ataque químico contra civis na província de Idlib, o último bastião dos terroristas no país.

O Ministério da Defesa russo, por sua vez, advertiu inúmeras vezes sobre provocações com o uso de armas químicas, que estariam sendo preparadas por terroristas dando pretexto para que os EUA, a França e o Reino Unido ataquem a Síria. Os três países anteriormente lançaram ataques aéreos sobre instalações do governo sírio em resposta ao suposto uso de armas químicas.

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