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Pentágono nega que avião russo tenha 'expulsado' bombardeiro americano do Báltico

O Pentágono não concorda que o bombardeiro estratégico norte-americano B-52H tenha sido expulso por um caça russo Su-27 sobre o mar Báltico, comunicou à Sputnik o representante da entidade militar americana Eric Pahon.
Sputnik

"O avião da Força Aérea dos EUA B-52H realizava operações rotineiras no espaço aéreo internacional segundo o princípio da liberdade de navegação e de voo. Em 20 de março, o B-52H teve um encontro ordinário com um Su-27 russo que efetuava operações sobre o mar Báltico", esclareceu o porta-voz do Pentágono.

Pahon acrescentou que o Su-27 não expulsou o B-52H, que conseguiu completar a sua missão.

Na véspera, o Ministério da Defesa da Rússia publicou um vídeo de caças russos escoltando um bombardeiro estratégico americano Boeing B-52H sobre as águas neutras do mar Báltico. Segundo o comunicado, dois caças Su-27 levantaram voo para identificar e acompanhar a aeronave dos EUA.

De acordo com o Ministério, após o B-52H ter mudado de trajetória, distanciando-se da f…

Mais um destróier dos EUA chega ao Mediterrâneo cheio de mísseis Tomahawk

O destróier USS Bulkeley (DDG-84), da classe Arleigh Burke, entrou no mar Mediterrâneo através do estreito de Gibraltar na quarta-feira (12), segundo dados do monitoramento marítimo de Gibraltar.


Sputnik

Com a chegada ao mar Mediterrâneo de mais um destróier norte-americano equipado com 56 mísseis de cruzeiro Tomahawk, os EUA teriam 200 mísseis na região disponíveis para atacar alvos na Síria. 


Destróier USS Bulkeley (DDG-84)
USS Bulkeley (DDG-84) | CC BY 2.0 / Gonzalo Alonso

Nas águas do mar Mediterrâneo estão instalados quatro destróieres norte-americanos: USS Bulkeley, USS Carney, USS Ross e USS Winston S. Churchill.

Além disso, na semana passada, o submarino nuclear americano USS Newport News (SSN-750) da classe Los Angeles, equipado com Tomahawk, também chegou ao Mediterrâneo.

No início de setembro, a Rússia realizou grandes exercícios navais no mar Mediterrâneo, envolvendo 26 navios de guerra, dois submarinos e aviões Tu-160, Tu-142, Il-38, Su-33 e Su-30SM. A presença dos navios russos na zona foi vista como obstáculo para possível realização de novos ataques dos EUA ao país árabe.

Washington acusa retiradamente o governo do presidente sírio, Bashar Assad, de estar preparando ataque químico contra civis na província de Idlib, o último bastião dos terroristas no país.

O Ministério da Defesa russo, por sua vez, advertiu inúmeras vezes sobre provocações com o uso de armas químicas, que estariam sendo preparadas por terroristas dando pretexto para que os EUA, a França e o Reino Unido ataquem a Síria. Os três países anteriormente lançaram ataques aéreos sobre instalações do governo sírio em resposta ao suposto uso de armas químicas.

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