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Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

Mais um destróier dos EUA chega ao Mediterrâneo cheio de mísseis Tomahawk

O destróier USS Bulkeley (DDG-84), da classe Arleigh Burke, entrou no mar Mediterrâneo através do estreito de Gibraltar na quarta-feira (12), segundo dados do monitoramento marítimo de Gibraltar.


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Com a chegada ao mar Mediterrâneo de mais um destróier norte-americano equipado com 56 mísseis de cruzeiro Tomahawk, os EUA teriam 200 mísseis na região disponíveis para atacar alvos na Síria. 


Destróier USS Bulkeley (DDG-84)
USS Bulkeley (DDG-84) | CC BY 2.0 / Gonzalo Alonso

Nas águas do mar Mediterrâneo estão instalados quatro destróieres norte-americanos: USS Bulkeley, USS Carney, USS Ross e USS Winston S. Churchill.

Além disso, na semana passada, o submarino nuclear americano USS Newport News (SSN-750) da classe Los Angeles, equipado com Tomahawk, também chegou ao Mediterrâneo.

No início de setembro, a Rússia realizou grandes exercícios navais no mar Mediterrâneo, envolvendo 26 navios de guerra, dois submarinos e aviões Tu-160, Tu-142, Il-38, Su-33 e Su-30SM. A presença dos navios russos na zona foi vista como obstáculo para possível realização de novos ataques dos EUA ao país árabe.

Washington acusa retiradamente o governo do presidente sírio, Bashar Assad, de estar preparando ataque químico contra civis na província de Idlib, o último bastião dos terroristas no país.

O Ministério da Defesa russo, por sua vez, advertiu inúmeras vezes sobre provocações com o uso de armas químicas, que estariam sendo preparadas por terroristas dando pretexto para que os EUA, a França e o Reino Unido ataquem a Síria. Os três países anteriormente lançaram ataques aéreos sobre instalações do governo sírio em resposta ao suposto uso de armas químicas.

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