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China desenvolve 2 novos bombardeiros furtivos ao mesmo tempo, diz inteligência americana

A Força Aérea da China, que já tem dois caças furtivos, está trabalhando em dois novos projetos de aviões furtivos de médio e longo alcance, informou um relatório da inteligência militar dos EUA.
Sputnik

Os fabricantes de aviões chineses estão envolvidos em dois projetos de bombardeiros furtivos ao mesmo tempo, informou a edição Aviation Week, citando um relatório da Agência de Inteligência do Departamento de Defesa dos EUA.


A existência de um desses projetos, H-20 ou H-X, foi confirmada pela Força Aérea Chinesa em 2017. Entretanto, não foi divulgada nenhuma informação confiável sobre o segundo projeto.

De acordo com o Pentágono, o segundo projeto, designado JH-XX, envolve o desenvolvimento de um caça-bombardeiro de médio alcance. O avião será equipado com radar AESA, mísseis ar-ar e mísseis ar-terra. Os especialistas em inteligência militar estadunidense acreditam que essa aeronave entrará em serviço da Força Aérea chinesa não antes de 2025.

No desenvolvimento desses novos aviões de comba…

Mais um destróier dos EUA chega ao Mediterrâneo cheio de mísseis Tomahawk

O destróier USS Bulkeley (DDG-84), da classe Arleigh Burke, entrou no mar Mediterrâneo através do estreito de Gibraltar na quarta-feira (12), segundo dados do monitoramento marítimo de Gibraltar.


Sputnik

Com a chegada ao mar Mediterrâneo de mais um destróier norte-americano equipado com 56 mísseis de cruzeiro Tomahawk, os EUA teriam 200 mísseis na região disponíveis para atacar alvos na Síria. 


Destróier USS Bulkeley (DDG-84)
USS Bulkeley (DDG-84) | CC BY 2.0 / Gonzalo Alonso

Nas águas do mar Mediterrâneo estão instalados quatro destróieres norte-americanos: USS Bulkeley, USS Carney, USS Ross e USS Winston S. Churchill.

Além disso, na semana passada, o submarino nuclear americano USS Newport News (SSN-750) da classe Los Angeles, equipado com Tomahawk, também chegou ao Mediterrâneo.

No início de setembro, a Rússia realizou grandes exercícios navais no mar Mediterrâneo, envolvendo 26 navios de guerra, dois submarinos e aviões Tu-160, Tu-142, Il-38, Su-33 e Su-30SM. A presença dos navios russos na zona foi vista como obstáculo para possível realização de novos ataques dos EUA ao país árabe.

Washington acusa retiradamente o governo do presidente sírio, Bashar Assad, de estar preparando ataque químico contra civis na província de Idlib, o último bastião dos terroristas no país.

O Ministério da Defesa russo, por sua vez, advertiu inúmeras vezes sobre provocações com o uso de armas químicas, que estariam sendo preparadas por terroristas dando pretexto para que os EUA, a França e o Reino Unido ataquem a Síria. Os três países anteriormente lançaram ataques aéreos sobre instalações do governo sírio em resposta ao suposto uso de armas químicas.

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