Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Marinha da Ucrânia acusa Rússia de criar 'incidentes perigosos'

A Marinha da Ucrânia declarou que a Rússia alegadamente criou "incidentes perigosos" quando dois navios ucranianos estavam atravessando o estreito de Kerch.


Sputnik

Segundo destaca o comunicado na página oficial da entidade militar no Facebook, durante a recente passagem de navios ucranianos por águas do estreito, estes foram escoltados pelos navios de guerra russos Priazovie, Ametist e Don. Ademais, no próprio estreito de Kerch a escolta foi aumentada com mais de uma dezena de lanchas e navios do FSB (Serviço Federal de Segurança) e da Frota do Mar Negro.

A imagem pode conter: oceano, céu, atividades ao ar livre e água
Reprodução Facebook

De acordo com a Marinha ucraniana, as Forças Armadas da Rússia criaram uma série de "incidentes perigosos". Em particular, o navio de reconhecimento russo Priazovie alegadamente aproximou-se demasiado de um navio ucraniano, ficando a apenas 440 metros de distância, o que violou as regras internacionais e criou uma situação perigosa.

Ao mesmo tempo, o comunicado indica que um caça russo Su-27 criou "condições para uma situação de acidente no ar", aproximando-se de um An-26 da Força Aérea da Ucrânia a uma distância arriscada.

Na véspera, os navios ucranianos Donbass e Korets passaram ao longo da costa da Crimeia, entrando na zona econômica exclusiva da Rússia. Segundo informa a mídia, ambos os navios saíram do porto em Odessa e dirigem-se para o mar de Azov. No domingo (23), os navios navegaram através do estreito de Kerch.

No entanto, de acordo com o Serviço de Fronteiras russo da região, os navios ucranianos foram escoltados "em concordância com as normas do direito marítimo internacional e com os interesses de segurança da Federação da Rússia".

Postar um comentário

Postagens mais visitadas