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Embraer e Boeing acertam termos de parceria

Acordo prevê criação de uma nova empresa de aviação comercial, com 80% de participação da gigante americana. Boeing vai pagar 4,2 bilhões de dólares aos brasileiros. Transação precisa ser aprovada pelo governo federal.
Deutsch Welle

A Embraer e a gigante americana Boeing anunciaram nesta segunda-feira (17/12) a aprovação dos termos de uma parceria para criar uma nova empresa de aviação comercial. A execução do acerto ainda precisa do aval do governo brasileiro.


De acordo com a proposta, a Boeing deterá 80% de participação na joint venture pelo valor de 4,2 bilhões de dólares, enquanto a fabricante brasileira ficará com os 20% restantes.

"A expectativa é de que a parceria não terá impacto no lucro por ação da Boeing em 2020, passando a ter impacto positivo nos anos seguintes", diz um comunicado conjunto da Embraer e da Boeing divulgado para investidores.

As duas empresas informaram que a joint venture criada para a fabricação de aviões comerciais, que deve absorver toda a operação…

Marinha do Brasil recebe quarto AF-1 modernizado pela Embraer

No dia 23 de agosto, Dia da Aviação Naval, foi finalizada a fase de aceitação da aeronave modernizada AF-1B N-1008, encerrando mais uma etapa do contrato de modernização dos AF-1B/C.


DefesaNet

Em 29 de agosto, a aeronave foi transferida ao setor operativo, aumentando a capacidade de inteligência e defesa aérea da Força Naval e possibilitando a demonstração de incremento da Base Industrial de Defesa, por meio da empresa EMBRAER Defesa e Segurança.

Marinha do Brasil recebe quarto AF-1 modernizado pela Embraer Foto - MB

A empresa desenvolveu tecnologia nacional para integração de sistemas embarcados para combate e criou integralmente o software embarcado de missão das aeronaves modernizadas (Operational Flight Program), o que permite maior independência nacional.

O AF-1B N-1008 modernizado poderá ser utilizado em operações de inteligência, uma vez que apresentou evolução no quesito furtividade, por receber pintura que reduz a identificação visual.

Todas as aeronaves modernizadas receberam o radar israelense EL/M 2032, que possui os seguintes modos de operação: ar-ar, ar-mar, ar-solo e navegação, e tem como principal tarefa detectar e rastrear alvos aéreos e de superfície, além de fornecer medida de distância ar-solo para o subsistema de pontaria de armas.

O radar, no sub-modo TWS (Tracking While Scan), possui capacidade de localizar e rastrear automaticamente 64 alvos, simultaneamente, marítimos ou terrestres.

No modo SAR (Abertura Sintética), é possível fazer o mapeamento terrestre em operações de esclarecimento (reconhecimento). Com a incorporação do Porta Helicópteros Multipropósito (PHM) “Atlântico” e seu Radar 3D 997, será possível realizar o vetoramento das aeronaves decolando a partir de terra, para conduzir operações de guerra naval em apoio à Força Naval.

Será igualmente possível realizar ações de defesa aeroespacial, ativa e passiva, da Força Naval ou de Fuzileiros Navais, garantindo um nível de proteção e ações em oposição à ameaça aérea inimiga.

Ao verificar a obsolescência dos sistemas de combate das suas aeronaves de asa fixa e objetivando fomentar a indústria nacional, a Marinha celebrou em 2009, contrato exclusivo com a EMBRAER Defesa e Segurança, escolhida para ser a Primer Contractor para a modernização de suas aeronaves de asa fixa.

Desde de então, a Embraer iniciou projetos mediante requisitos diferentes daquelas aeronaves que operam apenas a partir de terra. O projeto de modernização objetivou atender a requisitos de um avião que operasse com capacidade de alinhamento do sistema inercial sob plataforma móvel e que precisasse operar em ambiente com alta emissividade eletromagnética.

Estas características são um marco no contrato que elevam o know how em projetos, tanto para a Marinha do Brasil quanto para a EMBRAER.

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