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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Mídia publica texto de diretiva secreta da ONU sobre Síria

O jornal russo Kommersant publicou o texto de uma diretiva secreta da ONU segundo a qual a organização só apoiará a restauração da economia síria depois da transferência do poder político no país.


Sputnik

O documento interno data de 17 outubro de 2017 e é destinado a todas as agências da ONU que trabalham na Síria.

Veículos blindados das forças de paz da ONU rumo à Síria
Blindados da ONU em direção à Síria © AP Photo / Ariel Schalit

"Só quando houver a genuína e inclusiva transição política, negociada pelas partes, a ONU estará pronta para facilitar o processo de reconstrução", lê-se na diretiva.

O documento indica também que a ONU não participará dos projetos de restauração da economia síria, prestando apenas ajuda humanitária para salvar as pessoas e satisfazer as necessidades básicas dos sírios.

"As atividades de desenvolvimento e de restauração que saiam fora desse âmbito deverão ser refletidas em outros mecanismos", informa o documento, sublinhando que a assistência tem de dar prioridade às necessidades dos civis e não às do governo.

Segundo os dados do jornal, o autor do documento é ex-subsecretário-geral da ONU para Assuntos Políticos, Jeffrey Feltman, que abandonou seu cargo em março de 2018.

Anteriormente, o chanceler russo Sergei Lavrov tinha falado sobre a existência de uma diretiva secreta que proíbe os vários departamentos da organização de participarem da restauração da economia síria. Ele sublinhou que as tentativas de alguns países de manipularem o secretariado das Nações Unidas são inaceitáveis.

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