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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Militares chineses desejam adquirir experiência de combate em manobras com Rússia

O Exército chinês é considerado uma das maiores forças militares do mundo, porém não possui experiência em combate moderno, pois não se envolveu em nenhuma operação militar desde o conflito com o Vietnã em 1979.


Sputnik

Segundo disseram especialistas em entrevistas ao jornal South China Morning Post, a participação da China nas manobras russas Vostok 2018 é "uma oportunidade rara para aprender". Para essas manobras, a China enviará aproximadamente 3.200 militares, 1.000 veículos de combate e 30 aeronaves.

Soldados chineses gritando slogans enquanto o presidente Xi Jinping inspeciona o Exército de Libertação Popular, em 30 de junho de 2017
Militares chineses © AP Photo / Kin Cheung

Nas manobras Vostok 2018 a China pretende estudar a experiência tática e estratégica acumulada pela Rússia no conflito sírio, já que o Exército chinês não entra em combate há décadas. A Rússia, por sua vez, compartilhará pela primeira vez com um parceiro algumas de suas instruções militares utilizadas depois de analisado o conflito sírio.

A participação chinesa das manobras russas envolve diversos objetivos políticos de ambos os lados, pois ao aceitar o convite a China estaria enviando uma mensagem de apoio diplomático ao presidente russo. Além disso, para a Rússia essas manobras servirão como resposta aos planos da OTAN e da União Europeia que envolvem a criação de um "Schengen militar" com o objetivo de combater a Rússia na Europa, opinou Zhou Chenming, especialista em temas militares.

Outro objetivo das manobras Vostok seria demonstrar o alto nível de cooperação entre a Rússia e a China, que os EUA consideram como seus "rivais", alegou Jonathan Holslag, da Universidade Livre de Bruxelas.

Entretanto, conforme foi afirmado pelo porta-voz do Ministério da Defesa da China, Wu Qian, as manobras visam fortalecer e desenvolver relações de cooperação estratégica abrangente entre a Rússia e a China, bem como aprofundar a cooperação pragmática amistosa entre as forças armadas dos dois países e não é dirigida contra terceiros.

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