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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Militares chineses desejam adquirir experiência de combate em manobras com Rússia

O Exército chinês é considerado uma das maiores forças militares do mundo, porém não possui experiência em combate moderno, pois não se envolveu em nenhuma operação militar desde o conflito com o Vietnã em 1979.


Sputnik

Segundo disseram especialistas em entrevistas ao jornal South China Morning Post, a participação da China nas manobras russas Vostok 2018 é "uma oportunidade rara para aprender". Para essas manobras, a China enviará aproximadamente 3.200 militares, 1.000 veículos de combate e 30 aeronaves.

Soldados chineses gritando slogans enquanto o presidente Xi Jinping inspeciona o Exército de Libertação Popular, em 30 de junho de 2017
Militares chineses © AP Photo / Kin Cheung

Nas manobras Vostok 2018 a China pretende estudar a experiência tática e estratégica acumulada pela Rússia no conflito sírio, já que o Exército chinês não entra em combate há décadas. A Rússia, por sua vez, compartilhará pela primeira vez com um parceiro algumas de suas instruções militares utilizadas depois de analisado o conflito sírio.

A participação chinesa das manobras russas envolve diversos objetivos políticos de ambos os lados, pois ao aceitar o convite a China estaria enviando uma mensagem de apoio diplomático ao presidente russo. Além disso, para a Rússia essas manobras servirão como resposta aos planos da OTAN e da União Europeia que envolvem a criação de um "Schengen militar" com o objetivo de combater a Rússia na Europa, opinou Zhou Chenming, especialista em temas militares.

Outro objetivo das manobras Vostok seria demonstrar o alto nível de cooperação entre a Rússia e a China, que os EUA consideram como seus "rivais", alegou Jonathan Holslag, da Universidade Livre de Bruxelas.

Entretanto, conforme foi afirmado pelo porta-voz do Ministério da Defesa da China, Wu Qian, as manobras visam fortalecer e desenvolver relações de cooperação estratégica abrangente entre a Rússia e a China, bem como aprofundar a cooperação pragmática amistosa entre as forças armadas dos dois países e não é dirigida contra terceiros.

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