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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
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No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Moscou sobre últimas sanções dos EUA: 'Brincar com fogo pode ser perigoso'

Em comunicado na página do site do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, o vice-ministro russo do Exterior, Sergei Ryabkov, pronunciou-se sobre o aumento da tensão nas relações causado pela introdução de novas sanções impostas por Washington a Moscou, que colocam em perigo a estabilidade mundial.


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"Continuamos a observar como os Estados Unidos estão praticando a introdução de sanções contra nosso país. Parece que isso se transformou em uma espécie de diversão nacional", disse Ryabkov.

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Vice-ministro russo do Exterior, Sergei Ryabkov | Reprodução

"Recomendamos aos que controlam a máquina sancionadora de Washington que se familiarizem, mesmo que superficialmente, com nossa história, para que deixem de perder tempo. Seria bom recordar também de um conceito como o da estabilidade global, que eles sem pensar desequilibraram ao aumentar a tensão nas relações russo-americanas […] É burrice brincar com fogo, já que isso pode ser perigoso", ressaltou.

Na quinta-feira (20), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, anunciou sobre a incorporação na lista negra de 33 personalidades e entidades pertencentes ao complexo militar industrial da Rússia e à Inteligência do país.

Enquanto a Rússia vem reagindo à decisão dos Estados Unidos de ativar novas sanções contra seu país, uma "indignação extrema" se gerou em Pequim.

Segundo declarou o porta-voz da chancelaria chinesa, Geng Shuang, nesta sexta-feira (21) em coletiva de imprensa, as ações americanas "violam os princípios das relações internacionais", adicionando que tais medidas sancionadoras não afetaram a sua cooperação estratégica com a Rússia.

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