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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Na Síria imperam os ataques apesar da negociação

Em meio as negociações para resolver a situação na província de Idleb, último bastião organizado dos terroristas na Síria, esta nação do Levante sofre há dois dias sucessivos ataques da aviação israelense.


Por Pedro Garcia Hernandez | Prensa Latina
Damasco - Ao mesmo tempo, Estados Unidos e seus aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) estreitam o cerco com uma frota de mais de 12 navios que acumulam não menos de 200 mísseis cruzeiros no Mediterrâneo Oriental. Enquanto isto ocorre, os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e da Turquia, Recep Tayyib Erdogan, sustentaram duas reuniões em menos de uma semana para 'definir' a grave situação em Idleb.


Após horas de intensa negociação, conseguiu-se o acordo de criar uma área desmilitarizada de 15 a 20 quilômetros entre as forças do Exército sírio e os grupos extremistas em toda a fronteira administrativa entre Idlib e as de Hama e Alepo, ao leste.

Por sua vez, o ministro de Defesa russo, Serguéi Shoigú, afirmou que não terá uma operação militar contra a oposição armada em Idlib e que os detalhes a esse respeito serão decididos com Damasco nas próximas horas.

Os mais recentes acontecimentos, sobretudo os ataques em áreas próximas ao aeroporto internacional da capital síria e o bombardeio de caças F-16 do regime sionista em Latakia, 350 quilômetros ao nordeste de Damasco, tensionam, no entanto, o já tenso ambiente na região.

Para os meios ocidentais de comunicação e alguns no Oriente Médio, essas são notícias ignoradas com mau repercussão midiática e insistem em satanizar o governo sírio e suas Forças Armadas.

Não existe uma única crítica à atuação de Tel Aviv, cujo regime, por outro lado, se nega a comentar qualquer fato e assume como sempre, uma atitude prepotente e de quase absoluta impunidade com o respaldo implícito e explícito de Washington.

Quase ao mesmo tempo, a partir de Washington, com o apoio do Reino Unido e França, empregam-se todos os mecanismos de pressão não para reduzir tensões, mas para aumentá-las como nunca antes em um conflito de ampla repercussão internacional.

Tudo ocorre quando Síria recupera territórios das mãos dos terroristas, avança na reconstrução da nação e tenta mitigar o horror e o pavor de mais de seis anos de guerra com o terrível saldo de mais de meio milhão de mortos e mutilados e perdas econômicas de mais de 200 bilhões de dólares.

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