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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Navios de guerra da OTAN se aproximam da Síria

Navios de combate do Segundo Grupo Naval Permanente da OTAN (Standing NATO Maritime Group 2) se deslocaram para mais perto das fronteiras da Síria, segundo indicam os dados de monitoramento das forças navais ocidentais.


Pars Today


Em particular, agora a região leste do Mediterrâneo está sendo patrulhada pela fragata da Marinha canadense HMCS Ville de Quebeс, pelo navio da Marinha grega Elli e pela fragata da Marinha holandesa HNLMS De Ruyter, sendo esta última o navio-almirante do grupo.

Resultado de imagem para HNLMS De Ruyter
HNLMS De Ruyter F804 | Reprodução

Segundo a mídia russa, a informação sobre o deslocamento dos navios foi confirmada pelo capitão da fragata neerlandesa.

Além dos navios mencionados, na região já estão deslocados três destróieres norte-americanos (USS Carney, USS Ross e USS Winston S. Churchill) assim como o navio-almirante da 6ª Frota dos EUA, USS Mount Whitney. As águas também estão sendo patrulhadas por ao menos três submarinos nucleares estadunidenses da classe Los Angeles. Segundo observadores ocidentais, o armamento do atual grupo naval dos EUA no Mediterrâneo inclui mais de 200 mísseis de cruzeiro Tomahawk.

Mais cedo, perto da costa síria foi notado o submarino nuclear HMS Talent da Marinha britânica, equipado com 10 mísseis Tomahawk.

A Defesa russa comunicou sobre o aumento da força naval dos EUA no Mediterrâneo ainda no fim de agosto. Segundo militares russos, os Estados Unidos estariam planejando aproveitar uma provocação com alegadas armas químicas para depois atacar a Síria.

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