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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Navios de guerra da OTAN se aproximam da Síria

Navios de combate do Segundo Grupo Naval Permanente da OTAN (Standing NATO Maritime Group 2) se deslocaram para mais perto das fronteiras da Síria, segundo indicam os dados de monitoramento das forças navais ocidentais.


Pars Today


Em particular, agora a região leste do Mediterrâneo está sendo patrulhada pela fragata da Marinha canadense HMCS Ville de Quebeс, pelo navio da Marinha grega Elli e pela fragata da Marinha holandesa HNLMS De Ruyter, sendo esta última o navio-almirante do grupo.

Resultado de imagem para HNLMS De Ruyter
HNLMS De Ruyter F804 | Reprodução

Segundo a mídia russa, a informação sobre o deslocamento dos navios foi confirmada pelo capitão da fragata neerlandesa.

Além dos navios mencionados, na região já estão deslocados três destróieres norte-americanos (USS Carney, USS Ross e USS Winston S. Churchill) assim como o navio-almirante da 6ª Frota dos EUA, USS Mount Whitney. As águas também estão sendo patrulhadas por ao menos três submarinos nucleares estadunidenses da classe Los Angeles. Segundo observadores ocidentais, o armamento do atual grupo naval dos EUA no Mediterrâneo inclui mais de 200 mísseis de cruzeiro Tomahawk.

Mais cedo, perto da costa síria foi notado o submarino nuclear HMS Talent da Marinha britânica, equipado com 10 mísseis Tomahawk.

A Defesa russa comunicou sobre o aumento da força naval dos EUA no Mediterrâneo ainda no fim de agosto. Segundo militares russos, os Estados Unidos estariam planejando aproveitar uma provocação com alegadas armas químicas para depois atacar a Síria.

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