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Prestes a 'ganhar' território do tamanho da Arábia Saudita, Brasil carece de recursos para defesa

A ONU deve ratificar no próximo mês, o pleito brasileiro em estender sua faixa de águas jurisdicionais em pelo menos 2,1 milhões de km², uma área equivalente à extensão da Arábia Saudita. Para especialista ouvido pela Sputnik Brasil, movimento precisa vir acompanhado de modernização da Marinha.
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Como a Sputnik Brasil mostrou em maio, a demanda já dura há pelo menos 30 anos e tem relação com medições técnicas sobre o ponto onde termina o Brasil continental e até onde é lícito explorar as águas do entorno. O mar territorial brasileiro têm atualmente cerca de 12 milhas náuticas (22 quilômetros) na faixa de água e uma zona econômica exclusiva de 200 milhas náuticas (370 quilômetros). Na parte de solo e sub-solo, área na qual o Brasil pleiteia a extensão, há um limite de mais 200 milhas regulamentadas.

Responsável pela proteção da área oceânica, a Marinha brasileira vem desenvolvendo pesquisas na região desde 2004. Os militares já identificaram potencial possibilidade de exploração de …

Navios militares da Ucrânia se aproximam da Crimeia

Dois navios da Marinha da Ucrânia, o Donbass e o rebocador Korets, escoltados por navios da guarda costeira russa, passaram por baixo da Ponte da Crimeia, comunicou o chefe da empresa da administração portuária local, Aleksei Volkov.


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"A 'esquadrilha' ucraniana entrou no canal [de Kerch-Yeni-Kale] às 13h50 [07h50 de Brasília] e passou por baixo da Ponte [da Crimeia] às 15h15 [09h15 de Brasília]. A escolta foi garantida!", escreveu o chefe da empresa Krymskie Morskie Porty (Portos Marítimos da Crimeia, em português) na sua página do Facebook.

Navios da Marinha da Ucrânia
Navios da marinha da Ucrânia © Sputnik / Vasiliy Batanov

Os dois navios ucranianos passaram ao longo da costa da Crimeia, entrando na zona econômica exclusiva da Rússia. De acordo com a imprensa, eles saíram da cidade de Odessa e estão seguindo para Berdyansk, na Ucrânia, que fica na costa norte do mar de Azov.

Os navios da guarda costeira russa, por sua vez, escoltaram os navios ucranianos "segundo as regras do direito marítimo internacional e de acordo com os interesses de segurança da Rússia".

Anteriormente, os militares ucranianos anunciaram a intenção de aumentar sua presença militar no mar de Azov. Além disso, as autoridades do país advertiram sobre seus planos de criarem uma base naval antes do final do ano.

O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Pavel Klimkin, disse que Kiev tem um "plano secreto" a respeito de ações no mar de Azov, sem esclarecer as medidas. O chanceler também prometeu rever o acordo russo-ucraniano sobre o estatuto da zona marítima.

As autoridades ucranianas queixaram-se retiradamente das inspeções de navios por parte da guarda de fronteira russa. Moscou, por sua vez, observou que as verificações dos navios são realizadas de acordo com o direito internacional e que os armadores dos navios não apresentaram nenhuma reclamação a esse respeito.

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