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General brasileiro em forças dos EUA atrapalha laços com Moscou e Pequim, diz especialista

A decisão do Brasil de enviar um oficial para integrar as Forças Armadas dos Estados Unidos deve atrapalhar as relações do país com importantes aliados, como China e Rússia. A avaliação é do especialista em Relações Internacionais Paulo Velasco, que conversou nesta segunda-feira com a Sputnik sobre esse polêmico assunto.
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Na última semana, se tornou pública no Brasil a notícia de que o país indicará, até o final do ano, um general para assumir um posto no Comando Sul (SouthCom) dos EUA, que cobre América Central, Caribe e América do Sul, provocando controvérsias.


De acordo com o comandante responsável, o almirante Craig Faller, os interesses norte-americanos na região seriam ameaçados por Rússia, China, Irã, Venezuela, Cuba e Nicarágua, países com os quais o Brasil poderá ter relações prejudicadas por conta dessa situação, conforme acredita Velasco, professor adjunto de Política Internacional do Departamento de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (U…

Navios militares da Ucrânia se aproximam da Crimeia

Dois navios da Marinha da Ucrânia, o Donbass e o rebocador Korets, escoltados por navios da guarda costeira russa, passaram por baixo da Ponte da Crimeia, comunicou o chefe da empresa da administração portuária local, Aleksei Volkov.


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"A 'esquadrilha' ucraniana entrou no canal [de Kerch-Yeni-Kale] às 13h50 [07h50 de Brasília] e passou por baixo da Ponte [da Crimeia] às 15h15 [09h15 de Brasília]. A escolta foi garantida!", escreveu o chefe da empresa Krymskie Morskie Porty (Portos Marítimos da Crimeia, em português) na sua página do Facebook.

Navios da Marinha da Ucrânia
Navios da marinha da Ucrânia © Sputnik / Vasiliy Batanov

Os dois navios ucranianos passaram ao longo da costa da Crimeia, entrando na zona econômica exclusiva da Rússia. De acordo com a imprensa, eles saíram da cidade de Odessa e estão seguindo para Berdyansk, na Ucrânia, que fica na costa norte do mar de Azov.

Os navios da guarda costeira russa, por sua vez, escoltaram os navios ucranianos "segundo as regras do direito marítimo internacional e de acordo com os interesses de segurança da Rússia".

Anteriormente, os militares ucranianos anunciaram a intenção de aumentar sua presença militar no mar de Azov. Além disso, as autoridades do país advertiram sobre seus planos de criarem uma base naval antes do final do ano.

O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Pavel Klimkin, disse que Kiev tem um "plano secreto" a respeito de ações no mar de Azov, sem esclarecer as medidas. O chanceler também prometeu rever o acordo russo-ucraniano sobre o estatuto da zona marítima.

As autoridades ucranianas queixaram-se retiradamente das inspeções de navios por parte da guarda de fronteira russa. Moscou, por sua vez, observou que as verificações dos navios são realizadas de acordo com o direito internacional e que os armadores dos navios não apresentaram nenhuma reclamação a esse respeito.

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