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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Navios militares da Ucrânia se aproximam da Crimeia

Dois navios da Marinha da Ucrânia, o Donbass e o rebocador Korets, escoltados por navios da guarda costeira russa, passaram por baixo da Ponte da Crimeia, comunicou o chefe da empresa da administração portuária local, Aleksei Volkov.


Sputnik

"A 'esquadrilha' ucraniana entrou no canal [de Kerch-Yeni-Kale] às 13h50 [07h50 de Brasília] e passou por baixo da Ponte [da Crimeia] às 15h15 [09h15 de Brasília]. A escolta foi garantida!", escreveu o chefe da empresa Krymskie Morskie Porty (Portos Marítimos da Crimeia, em português) na sua página do Facebook.

Navios da Marinha da Ucrânia
Navios da marinha da Ucrânia © Sputnik / Vasiliy Batanov

Os dois navios ucranianos passaram ao longo da costa da Crimeia, entrando na zona econômica exclusiva da Rússia. De acordo com a imprensa, eles saíram da cidade de Odessa e estão seguindo para Berdyansk, na Ucrânia, que fica na costa norte do mar de Azov.

Os navios da guarda costeira russa, por sua vez, escoltaram os navios ucranianos "segundo as regras do direito marítimo internacional e de acordo com os interesses de segurança da Rússia".

Anteriormente, os militares ucranianos anunciaram a intenção de aumentar sua presença militar no mar de Azov. Além disso, as autoridades do país advertiram sobre seus planos de criarem uma base naval antes do final do ano.

O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Pavel Klimkin, disse que Kiev tem um "plano secreto" a respeito de ações no mar de Azov, sem esclarecer as medidas. O chanceler também prometeu rever o acordo russo-ucraniano sobre o estatuto da zona marítima.

As autoridades ucranianas queixaram-se retiradamente das inspeções de navios por parte da guarda de fronteira russa. Moscou, por sua vez, observou que as verificações dos navios são realizadas de acordo com o direito internacional e que os armadores dos navios não apresentaram nenhuma reclamação a esse respeito.

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