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EUA: sanções contra Venezuela servem como 'alerta para atores externos, incluindo Rússia'

Na última terça-feira (17), o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, culpou a Rússia e a Venezuela pela crise de refugiados observada no país latino-americano.
Sputnik

O conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, anunciou nesta quarta-feira (17) que os EUA estão impondo uma nova rodada de sanções contra a Venezuela, acrescentando o banco central do país à lista de restrições. 

Segundo o conselheiro de Segurança Nacional, as sanções recém-aplicadas deveriam se tornar um alerta para "todos os atores externos, inclusive a Rússia".

Desde o início da crise política na Venezuela no início deste ano, os EUA impuseram várias rodadas de sanções, visando os setores petrolífero e bancário do país, bem como indivíduos ligados às autoridades do país.

A Venezuela está sofrendo grave crise política desde janeiro. Junto com outros países ocidentais, os EUA apoiam Juan Guaidó, que se proclamou presidente interino da Venezuela. Ao mesmo tempo, Rússia, China e Turquia, entre outros…

Navios militares da Ucrânia se aproximam da Crimeia

Dois navios da Marinha da Ucrânia, o Donbass e o rebocador Korets, escoltados por navios da guarda costeira russa, passaram por baixo da Ponte da Crimeia, comunicou o chefe da empresa da administração portuária local, Aleksei Volkov.


Sputnik

"A 'esquadrilha' ucraniana entrou no canal [de Kerch-Yeni-Kale] às 13h50 [07h50 de Brasília] e passou por baixo da Ponte [da Crimeia] às 15h15 [09h15 de Brasília]. A escolta foi garantida!", escreveu o chefe da empresa Krymskie Morskie Porty (Portos Marítimos da Crimeia, em português) na sua página do Facebook.

Navios da Marinha da Ucrânia
Navios da marinha da Ucrânia © Sputnik / Vasiliy Batanov

Os dois navios ucranianos passaram ao longo da costa da Crimeia, entrando na zona econômica exclusiva da Rússia. De acordo com a imprensa, eles saíram da cidade de Odessa e estão seguindo para Berdyansk, na Ucrânia, que fica na costa norte do mar de Azov.

Os navios da guarda costeira russa, por sua vez, escoltaram os navios ucranianos "segundo as regras do direito marítimo internacional e de acordo com os interesses de segurança da Rússia".

Anteriormente, os militares ucranianos anunciaram a intenção de aumentar sua presença militar no mar de Azov. Além disso, as autoridades do país advertiram sobre seus planos de criarem uma base naval antes do final do ano.

O ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Pavel Klimkin, disse que Kiev tem um "plano secreto" a respeito de ações no mar de Azov, sem esclarecer as medidas. O chanceler também prometeu rever o acordo russo-ucraniano sobre o estatuto da zona marítima.

As autoridades ucranianas queixaram-se retiradamente das inspeções de navios por parte da guarda de fronteira russa. Moscou, por sua vez, observou que as verificações dos navios são realizadas de acordo com o direito internacional e que os armadores dos navios não apresentaram nenhuma reclamação a esse respeito.

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