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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Netanyahu diz a Putin que fornecimento de S-300 à Síria aumenta riscos de segurança

Nesta segunda-feira (24) o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse ao presidente russo, Vladimir Putin, que a entrega dos S-300 a quem chamou de "agentes irresponsáveis" aumentaria o risco sobre a segurança na região, acrescentando que Israel continuaria a proteger sua segurança.


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Após o incidente com o avião russo Il-20, derrubado na Síria, o ministro da Defesa da Rússia disse que Moscou irá entregar sistemas de defesa aérea S-300 ao país. A Defesa da Rússia tem apresentado provas de que Israel teria agido de forma negligente durante uma ação militar e provocado o acidente com o avião russo.

O presidente Vladimir Putin (à esquerda) ouve seu anfitrião, o primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu (à direita) após um encontro em Israel em junho de 2012.
Vladimir Putin e Benjamin Netanyahu © AP Photo / Jim Hollander, Pool

Comentando mais cedo sobre este assunto, o vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Mikhail Bogdanov, apontou que os as entregas dos S-300 não afetariam as relações entre Israel e Rússia, enfatizando que Moscou e Damasco tem um direito soberano tanto na aquisição quanto na entrega de armas.

A Rússia decidiu aumentar a segurança na Síria após a queda do Il-20, o que custou 15 vidas de soldados russos. A queda ocorreu próximo à base aérea de Hmeymim. De acordo com os militares da Rússia, quatro F-16 de Israel, que atacavam alvos na Síria na província de Latakia, usaram o Il-20 como escudo, o que o deixou vulnerável a ataques da defesa aérea da Síria, o que teria causado o acidente.

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