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Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

O que está por trás da aprovação da operação russa na Síria por Merkel?

A chanceler alemã Angela Merkel apoiou as ações da Rússia na Síria, escreveu a mídia alemã. Cientista político opina o que pode ter levado a isso.


Sputnik

A edição alemã Deutsche Wirtschafts Nachrichten publicou um artigo dizendo que Merkel apoiou pela primeira vez a operação russa na Síria.

Chanceler alemã, Angela Merkel, durante o discurso no congresso do partido União Democrata-Cristã em Berlim
Angela Merkel © AP Photo / Ferdinand Ostrop

A matéria sublinha que a operação antiterrorista russa no país árabe foi dificultada pelo fato de os terroristas tentarem usar civis como "escudos humanos".

"É preciso tomar medidas para combater as forças radicais, mas ao mesmo tempo proteger os civis. Temos que evitar uma catástrofe humanitária", cita a edição as palavras de Merkel, que as qualificou como aprovação das ações militares russas.

O cientista político e jornalista Yuri Svetov acredita que a afirmação de Merkel é resultado do último encontro com o presidente Vladimir Putin, quando os dois líderes discutiram a possível contribuição da Alemanha para a restauração da Síria.

"Eu estava naquele mesmo tempo na Alemanha e os alemães se mostraram muito interessados neste aspecto das negociações, acreditando que a restauração da paz na Síria ajudará a parar o fluxo incessante de refugiados em direção à União Europeia e, particularmente, à Alemanha", disse o especialista ao serviço russo da rádio Sputnik.

Svetov acha que, se a Europa se encarregar da reconstrução da Síria, talvez seja possível unir o país.

"Neste caso, o comportamento dos EUA é importante: se irão impedir ou não que a Europa participe da recuperação da Síria. Assim como é importante a reação à situação em Idlib: se os norte-americanos continuarão ameaçando atacar a Síria ou se será possível diminuir esta vontade de mostrar os músculos", acrescentou.

No momento, a província de Idlib está sendo controlada maioritariamente por militantes de grupos armados, assim como por vários grupos terroristas que atacam o exército sírio.

Em 18 de agosto, Putin e Merkel mantiveram negociações na Alemanha, discutindo tais assuntos como situação na Ucrânia, na Síria e no Irã, relações bilaterais, entre outros.

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