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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

O que se sabe sobre o novo fuzil de precisão testado por Pútin

SVCh-308 foi feito pelo Consórcio Kalashnikov para exportação e deve ser o principal concorrente de armas alemãs e norte-americanas.


Nikolai Litôvkin | Russia Beyond

O presidente russo Vladimir Putin visitou na última terça-feira (18) um campo de tiro nos arredores de Moscou para testar o mais novo fuzil de precisão russo, o SVCh-308, do Consórcio Kalashnikov. A arma substituirá o antigo rifle Dragunov no Exército russo.

Resultado de imagem para SVCh-308
Kalashnikov SVCh-308 | Reprodução

O SVCH é um fuzil de precisão semi-automático com alcance de tiro efetivo de até um quilômetro. A engenharia da arma é baseada na do projeto de fuzil Vintorez Dragunov.

O Consórcio Kalashnikov produzirá três versões diferentes do novo fuzil: o primeiro usará balas 7.62 x 54 soviéticas, que ainda são amplamente empregadas pelos militares russos; a segunda e a terceira versões do SVCh usarão balas de calibres da Otan - 0,308 Win e o poderoso .338 Lapua Magnum, que tem um alcance de até 1,6 km.

Por que substituir o velho Dragunov?

Segundo especialistas militares, o fuzil de precisão Dragunov, desenvolvido na década de 1950, não corresponde mais às necessidades de militares contemporâneas. Seu principal problema é a extensão do barril, que não permite instalar miras modernas.

O barril Dragunov também carece de rigidez, em comparação com os rifles modernos. Isto significa que, após cada disparo, a mira pode ser deslocada.

Embora esses desvios sejam extremamente pequenos, o efeito sobre a precisão da arma pode ser catastrófico. Já o novo SVCh permite instalar miras de visão noturna e equipamentos de visão térmica.

A Kalashnikov decidiu manter o princípio de funcionamento dos mecanismos do Dragunov. Apesar de suas falhas, o antigo rifle é considerado um fuzil de precisão semi-automático muito confiável.

Além disso, a trava de segurança do Dragunov, localizada no meio da arma, foi substituída por uma alavanca de troca manual bidirecional que permite abrir fogo mais rapidamente em uma situação de emergência.

A nova coronha telescópica dobrável também pode ser ajustada para cada atirador de acordo com suas necessidades.

No mercado internacional, o SVCh deve concorrer com os principais rifles alemães e norte-americanos, entre eles, o HK417, o SCAR-H e o AR-10.

O preço do novo fuzil russo, porém, ainda permanece desconhecido.

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