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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Oposição em Israel prega 'cautela' para manter laços com a Rússia

A líder da oposição israelense, Tzipi Livni, afirmou neste domingo (23) que Israel deve agir de forma inteligente e responsável, diante do incidente no qual um avião militar russo Il-20 foi abatido na Síria, a fim de preservar as relações existentes com a Rússia.


Sputnik

No início deste domingo, o Ministério da Defesa da Rússia reiterou, durante um comunicado sobre as circunstâncias do incidente, que a culpa pelo acidente com a aeronave russa era totalmente de Israel, o que colocou o Il-20 sob fogo da defesa aérea síria.

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Tzipi Livni | Reprodução

"A Força Aérea Israelense realiza profissionalmente seu trabalho para impedir que o Irã melhore suas posições na Síria. Esse é um interesse comum de Israel e da Rússia. Nossos países conseguiram engajar-se em um diálogo baseado no respeito mútuo e coordenar ações, o que permitiu às Forças de Defesa de Israel atuarem na Síria garantindo os interesses de ambos os países […]. Agora é necessário agir com prudência e responsabilidade para preservar a relação existente e a coordenação das ações", disse Livni.

O Il-20 da Rússia foi derrubado a 35 quilômetros da costa do Mediterrâneo quando retornava à base aérea de Hmeymim na noite da segunda-feira (17). O incidente ocorreu ao mesmo tempo que quatro jatos israelenses F-16 realizavam ataques contra alvos em Latakia, na Síria.

De acordo com o Ministério da Defesa da Rússia, Israel alertou a Rússia sobre o ataque aéreo apenas um minuto antes de seu lançamento, enganando Moscou sobre o local exato de seus ataques e deixando de informar a localização exata dos caças F-16.

Segundo os militares russos, os jatos israelenses usaram o avião russo como escudo contra a defesa aérea síria. Um total de 15 militares russos foram mortos como resultado do incidente.

O Ministério da Defesa da Rússia declarou que a Força Aérea Israelense e os responsáveis pela operação dos caças israelenses têm responsabilidade total pelo acidente do jato militar russo. As autoridades israelenses e o comando militar do país não comentaram o novo relatório do Ministério da Defesa da Rússia até o momento.

A delegação militar israelense, que visitou Moscou na quinta-feira (20) para realizar consultas sobre o incidente, insistiu que as unidades de defesa aérea síria agiram "indiscriminada e aleatoriamente" sem garantir que o jato russo não estivesse dentro do alcance dos mísseis. Os membros da delegação também afirmaram que os combatentes de Israel já retornaram ao espaço aéreo israelense logo após o Il-20 ser derrubado pela defesa aérea síria.

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