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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
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No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Oposição em Israel prega 'cautela' para manter laços com a Rússia

A líder da oposição israelense, Tzipi Livni, afirmou neste domingo (23) que Israel deve agir de forma inteligente e responsável, diante do incidente no qual um avião militar russo Il-20 foi abatido na Síria, a fim de preservar as relações existentes com a Rússia.


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No início deste domingo, o Ministério da Defesa da Rússia reiterou, durante um comunicado sobre as circunstâncias do incidente, que a culpa pelo acidente com a aeronave russa era totalmente de Israel, o que colocou o Il-20 sob fogo da defesa aérea síria.

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Tzipi Livni | Reprodução

"A Força Aérea Israelense realiza profissionalmente seu trabalho para impedir que o Irã melhore suas posições na Síria. Esse é um interesse comum de Israel e da Rússia. Nossos países conseguiram engajar-se em um diálogo baseado no respeito mútuo e coordenar ações, o que permitiu às Forças de Defesa de Israel atuarem na Síria garantindo os interesses de ambos os países […]. Agora é necessário agir com prudência e responsabilidade para preservar a relação existente e a coordenação das ações", disse Livni.

O Il-20 da Rússia foi derrubado a 35 quilômetros da costa do Mediterrâneo quando retornava à base aérea de Hmeymim na noite da segunda-feira (17). O incidente ocorreu ao mesmo tempo que quatro jatos israelenses F-16 realizavam ataques contra alvos em Latakia, na Síria.

De acordo com o Ministério da Defesa da Rússia, Israel alertou a Rússia sobre o ataque aéreo apenas um minuto antes de seu lançamento, enganando Moscou sobre o local exato de seus ataques e deixando de informar a localização exata dos caças F-16.

Segundo os militares russos, os jatos israelenses usaram o avião russo como escudo contra a defesa aérea síria. Um total de 15 militares russos foram mortos como resultado do incidente.

O Ministério da Defesa da Rússia declarou que a Força Aérea Israelense e os responsáveis pela operação dos caças israelenses têm responsabilidade total pelo acidente do jato militar russo. As autoridades israelenses e o comando militar do país não comentaram o novo relatório do Ministério da Defesa da Rússia até o momento.

A delegação militar israelense, que visitou Moscou na quinta-feira (20) para realizar consultas sobre o incidente, insistiu que as unidades de defesa aérea síria agiram "indiscriminada e aleatoriamente" sem garantir que o jato russo não estivesse dentro do alcance dos mísseis. Os membros da delegação também afirmaram que os combatentes de Israel já retornaram ao espaço aéreo israelense logo após o Il-20 ser derrubado pela defesa aérea síria.

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