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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

Otan confirma morte de líder do EI no Afeganistão

Terrorista Abu Saad Orakzai é o terceiro comandante do Estado Islâmico morto no país desde 2016. Ele foi atingido por um bombardeio no final de agosto.


Deutsch Welle

As forças militares da Otan no Afeganistão confirmaram neste domingo (02/09) a morte do líder do grupo jihadista Estado Islâmico (EI) no país, Abu Saad Orakzai, também conhecido como Saad Arhabi, em um bombardeio que ocorreu no dia 25 de agosto.

Afghanistan neuer Nato-Oberbefehlshaber General Scott Miller (Reuters/M. Ismail)
O general Scott Miller, comandante das forças dos EUA e da Otan, disse que coalizão vai manter pressão sobre terroristas

O ataque das tropas americanas ocorreu na província oriental de Nangarhar, reduto afegão do grupo, segundo informou em comunicado a missão da Otan no país.

"Os Estados Unidos e seus aliados estão no Afeganistão para manter a pressão sobre os terroristas transregionais, que pertencem a redes e que tenham planejar, fornecer recursos e atacar diretamente", afirmou o general Scott Miller, comandante das forças dos EUA e da Otan.

Miller, que assumiu neste domingo o comando das tropas internacionais no lugar de John Nicholson, comentou que esta é uma parte "vital" do papel aliado para alcançar uma solução de segurança no Afeganistão.

Um dia após o bombardeio de 25 de agosto, a principal agência de inteligência afegã, o Diretório Nacional de Segurança (NDS, na sigla em inglês), já havia dado por morto o líder do Estado Islâmico.

Orakzai é o terceiro emir do EI morto em ataques dos EUA desde julho de 2016. Em abril de 2017 morreu o antigo chefe do grupo no Afeganistão, Abdul Hasib, em operação das forças afegãs e dos EUA em Nangarhar, três semanas após Washington lançar na região uma das bombas mais potentes de seu arsenal convencional, com o objetivo de destruir um dos últimos redutos do EI.

Apenas nove meses antes, em julho de 2016, o líder anterior do grupo, Hafiz Sayed Khan, morreu em um bombardeio americano, também em Nangarhar.

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