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Defesa do Brasil tem maior gasto com pessoal na década, e investimento militar cai

Despesas com ativos e inativos crescem R$ 7,1 bi em 2019, reflexo de aumento salarial
Por Igor Gielow e Gustavo Patu | Folha de S.Paulo

A previsão de gasto militar para o primeiro ano de governo do capitão reformado do Exército Jair Bolsonaro (PSL) traz o maior aumento de despesa com pessoal em dez anos e uma redução expressiva do investimento em programas de reequipamento das Forças Armadas.
Não fosse uma criatividade contábil dos militares, que conseguiram recursos com a capitalização de uma estatal para comprar novos navios, a despesa de investimento seria a menor desde 2009.

A Folha analisou a série histórica com a ferramenta de acompanhamento orçamentário Siga Brasil, do Senado. Para este ano, o Ministério da Defesa, ainda na gestão Michel Temer (MDB), planejou gastar R$ 104,2 bilhões, o quarto maior volume da Esplanada.

Desse montante, R$ 81,1 bilhões irão para pessoal, R$ 13,3 bilhões, para gastos correntes (custeio) e R$ 9,8 bilhões, para investimentos. Os valores não incluem o con…

OTAN pode ativar artigo de defesa coletiva caso seja atacada ciberneticamente pela Rússia

O Artigo 5 do Tratado de Washington de 1949 estabeleceu o princípio de defesa coletiva no caso de um ataque contra um dos aliados, que então seria considerado um ataque contra todos os signatários. O texto, porém, não previa à época um ataque cibernético.


Sputnik

O secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, disse em uma entrevista divulgada nesta segunda-feira que o bloco poderia invocar o artigo 5º sobre defesa coletiva no caso de um ataque cibernético realizado pela Rússia.

Bandeiras da OTAN e da UE
© AFP 2018 / Armend Nimani

"Não automaticamente. Depende do caráter do ciberataque (…). Nós nunca seremos específicos [sobre] quando acionaremos o Artigo 5", disse Stoltenberg ao portal de notícias Axios, respondendo sobre estratégias quanto a um possível ataque cibernético na Rússia.

Stoltenberg acrescentou que a aliança estava impulsionando sua segurança cibernética e planejava desenvolver capacidades cibernéticas ofensivas.

Em julho, a Aliança já tinha confirmado em comunicado após a cúpula em Bruxelas que, no caso de uma guerra híbrida, o bloco acionaria seu artigo 5º sobre defesa coletiva.

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