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Militares juntam-se à polícia em protesto dos "coletes amarelos". Há 31 detidos

Os militares da operação antiterrorista "Sentinela" foram mobilizados para proteger as principais instituições francesas. Ao final da manhã, os coletes amarelos eram ainda em pequeno número na capital e quase invisíveis entre a população.
Diário de Notícias

As forças armadas francesas juntaram-se à polícia, este sábado, em Paris, para enfrentar o 19º fim de semana consecutivo de protestos dos coletes amarelos contra o governo do presidente Emmanuel Macron. Ao final da manhã, com os locais habituais de manifestação interditos e o reforço militar junto às principais instituições francesas, os "coletes amarelos" passavam quase despercebidos entre turistas e parisienses.

Segundo a Reuters, o governo francês decidiu mobilizar os militares da operação antiterrorista "Sentinela", depois de ter proibido os manifestantes de se reunirem nos Campos Elísios, onde no último fim de semana dezenas de lojas foram destruídas e algumas completamente pilhadas.

Além da presença …

Outros países seguirão exemplo chinês comprando Su-35 russo?

Recentemente, uma edição norte-americana chamou os caças russos Su-35 de "pesadelo" da Força Aérea dos EUA. O especialista militar Viktor Baranets falou com a Sputnik e frisou que, de fato, o avião russo gera o interesse de numerosos países, inclusive de membros da OTAN.


Sputnik

O portal estadunidense The National Interest chamou a aeronave russa Su-35, que acabou de entrar em serviço da Força Aérea da China, de pesadelo e dor de cabeça para a aviação norte-americana na região asiática.

Caça Su-35 no ar durante o concurso em Primorie
Sukhoi Su-35 © Sputnik / Anton Balashov

Na opinião do autor, o Su-35, codificado no sistema da OTAN como Flanker-Е+, é um dos caças mais aptos para combate dentro da Força Aérea chinesa. A presença de aviões desse tipo reforça significativamente o peso militar chinês na região Ásia-Pacífico, escreve a edição.

Além disso, a revista destaca o fato do novíssimo míssil chinês PL-15 da classe ar-ar, que pode ser instalado no Su-35, representar uma ameaça para os EUA e seus aliados. Este "tandem" perigoso, destaca a edição, pode ser usado para atacar aviões de reabastecimento norte-americanos e outras aeronaves de apoio, tais como os aviões com Sistema Aéreo de Alerta e Controle (AWACS) E-3 que, por sua vez, desempenham um papel decisivo nas operações da Força Aérea dos EUA nessa região.

O contrato para entrega de 24 caças multifuncionais Su-35 da geração 4++ da Rússia à China foi celebrado em 2015. Além disso, os aviões desse tipo estão em serviço da Força Aeroespacial da Rússia. Vale ressaltar que por muitas de suas caraterísticas o avião corresponde aos padrões dos caças de 5ª geração.

O especialista militar russo e coronel aposentado, Viktor Baranets, frisou que o Su-35 está nas primeiras fileiras da indústria aeronáutica internacional.

"Ele [no Su-35] tem o equipamento eletrônico mais moderno, dois motores muito potentes, muitos aparelhos que permitem ao piloto estar a par da situação em torno do avião, um sistema de precisão muito eficaz… O Su-35 pertence à categoria dos mais armados do mundo. No total, ele porta oito toneladas de armas, enquanto seu próprio peso é de 19 toneladas. O avião tem 12 pilones para suspensão de armamentos. Por exemplo, debaixo das asas ele pode portar 6 mísseis de meio alcance e 6 de curto alcance. Tem todo um conjunto de mísseis ar-terra, tem de alta precisão, tem também munições não guiadas. Se compararmos o nosso avião com outros no que se trata de armamentos, ele está nas primeiras fileiras da indústria aeronáutica mundial", afirmou ele ao serviço russo da Rádio Sputnik.

De acordo com ele, muitos países gostariam de comprar o Su-35, inclusive países da OTAN.

"Não foi apenas a China e a Malásia que deitaram olho comprido a esta aeronave, tem uma dezena de outros países na fila. Até os turcos já se interessaram pelo nosso avião, já há conversas sobre isso. Vendo isso tudo, os especialistas disseram entre os dentes que o avião representa um pesadelo para a OTAN. Houve tempos em que os pilotos se recusavam em massa voar no elogiado F-22 americano por sufocarem no cockpit. Já o F-35 também tem problemas muito sérios — em uma época o Pentágono até parou os voos destas aeronaves. Isso nunca aconteceu com o nosso Su-35. Nosso aparelho passou por testes gradualmente, foi testado em regimes diferentes. Obtivemos um modelo de que podemos nos orgulhar. O inimigo deve ter medo dele", resumiu.

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