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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Para que é que Crimeia precisa de mais divisões de mísseis S-400?

Recentemente, foi informado que uma terceira divisão do sistema de mísseis russo S-400 Triumph entrou em serviço na cidade de Eupatória, na Crimeia. Um cientista político falou com a Sputnik para explicar o significado do evento no contexto da defesa das fronteiras aérea russas.


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As primeiras duas divisões entraram em serviço em janeiro de 2017, na cidade de Teodósia, e em janeiro de 2018, em Sevastopol.

Sistema de defesa antiaérea S-400
S-400 Triumph © Sputnik / Grigory Sysoev

Mais cedo, uma fonte militar informou a Sputnik que as autoridades locais planejam introduzir mais uma, a 4ª divisão do mesmo sistema de defesa antiaérea no território da península.

Ao falar com o serviço russo da Rádio Sputnik, o cientista político e professor da ciência política comparativa da Universidade Russa da Amizade dos Povos, Yuri Pochta, explicou a razão de as autoridades russas se preocuparem cada vez mais com a proteção das fronteiras aéreas da Crimeia.

"A instalação de mais uma divisão dos S-400 [na Crimeia] significa que o espaço aéreo da Crimeia, especialmente do lado do mar Negro, passa a ser controlado a partir de agora. A Crimeia não é apenas uma parte do território russo. A Crimeia passou a ser uma parte integrante do complexo de defesa da Federação da Rússia", detalhou.

De acordo com Pochta, tais armamentos "se tornam muito importantes e atuais hoje em dia".

"Nossas tropas recebem cada vez mais armamentos modernos. Aí, certas declarações ou movimentações dos nossos vizinhos (ou de países que ficam bem longe de nós mas que percorrem a área do mar Negro a toda a hora) não representarão uma ameaça inesperada para nosso país", disse o cientista político.

Vale ressaltar que o complexo russo S-400 Triumph é destinado a interceptar todos os meios de ataque aéreos modernos, inclusive bombardeiros estratégicos, mísseis balísticos e de cruzeiro, bem como atingir alvos terrestres. O sistema é capaz de interceptar alvos a uma distância de até 600 quilômetros, eliminá-los a 400 quilômetros e na altitude de 30 quilômetros.

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