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Marinha do Brasil abre processo administrativo para apurar vídeo de militares dançando 'Jenifer' em navio

Em nota, a Marinha informou que e 'foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições' e que irá apurar o ocorrido.
Por G1 Rio

A Marinha do Brasil instaurou um processo administrativo para apurar um vídeo em que um grupo de militares aparece dançando a música "Jenifer" em um navio oficial.


A embarcação, segundo a Marinha, é o Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito, que fica sediado no Rio de Janeiro. A gravação foi feita durante o estágio de mar de militares.

Em nota, a Marinha informou que "foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições da Marinha" e que, para ampliar a apuração do ocorrido, foi instaurado um procedimento administrativo "cuja conclusão, certamente, conterá as propostas pertinentes às necessárias correções no inaceitável comportamento".

Assista o vídeo

Pequim espera que Londres interrompa imediatamente ‘ações provocativas’ em seus arredores

Navio britânico navegou próximo a ilhas disputadas no mar do Sul da China.


Sputnik
Um navio de guerra da Marinha Real britânica navegou perto das fronteiras das ilhas Paracel no mar do Sul da China para demonstrar seu direito de liberdade de navegação, revelaram à Reuters duas fontes familiarizadas com o caso que preferiram manter anonimato.

Navio anfíbio da Marinha da Grã-Bretanha HMS Albion
CC BY 2.0 / Denna Jones / HMS Albion passing Torpoint Ferry, Devonport side

Fontes militares informaram à Reuters que o navio de ataque anfíbio britânico, HMS Albion, de 22 mil toneladas, estava transportando um contingente da Marinha Real à capital vietnamita sem violar as águas territoriais chinesas, no entanto, foi escoltado por uma fragata e dois helicópteros chineses.

Em uma declaração enviada à Reuters, o Ministério das Relações Exteriores da China comunicou que o navio entrou nas águas territoriais chinesas ao redor das ilhas Paracel no dia 31 de agosto sem permissão, e a Marinha chinesa alertou para deixar a área.

"As ações relevantes do navio britânico violaram a lei chinesa e relevante lei internacional, e infringiram a soberania chinesa. A China se opõe fortemente a isso e apresentou opiniões severas ao lado britânico para expressar nosso descontentamento", escreveu o ministério, adicionando que a "China apela fortemente ao lado britânico para interromper imediatamente as ações provocativas, bem como para evitar prejuízo mais amplo das relações bilaterais e da paz e estabilidade regional".

O mar do Sul da China é uma região disputada por seis países: China, Filipinas, Malásia, Vietnã, Brunei e Taiwan. No entanto, a China exige propriedade da área, apesar do Tribunal Permanente de Arbitragem de Haia indicar que a China não tem esse direito. Além disso, essa região é um caminho marítimo crucial através do qual passam anualmente mercadorias estimadas em 3,4 milhões de dólares.

Pequim assegura que, com atitude "provocativa" da Marinha Real britânica, não aceitará provocações e interceptará aviões e embarcações estrangeiras para defender sua soberania e segurança, demonstrando claramente sua insatisfação.

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