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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Por que 8 Forças Aéreas da OTAN têm como destino final a Ucrânia?

Soldados de oito países militares, inclusive dos EUA, vão se agrupar na Ucrânia no próximo mês para o maior exercício de aviação do país até o momento.


Sputnik

A base aérea de Starokonstantinov, localizada a 240 quilômetros da capital ucraniana, receberá 950 oficiais dos EUA, Bélgica, Dinamarca, Estônia, Holanda, Polônia, Romênia e Reino Unido – participantes do exercício multinacional Clear Sky (Céu Limpo), reportou o Stars and Stripes na quarta-feira (19).

Bandeiras dos EUA e da OTAN na base aérea militar em Siauliai, Lituânia, 27 de abril de 2017
© REUTERS / Ints Kalnins

Segundo o jornal militar, soldados treinarão soberania e interdição aérea, integração ar-terra, operações de mobilidade aérea, avaliação aeromédica, defesa cibernética e outros treinamentos.

O anúncio dos exercícios surgiu depois de o governo ucraniano ter se manifestado sobre os planos de criação de uma nova base militar no mar de Azov.

Na terça-feira (18), Kurt Volker, representante especial dos EUA para negociações na Ucrânia, disse que "em qualquer lugar" onde existam lacunas nas capacidades militares ucranianas, os EUA "estão preparados para sentar e conversar com a Ucrânia sobre suas necessidades. Eles podem comprar coisas através de nossas vendas militares estrangeiras".

A Ucrânia não é país-membro da OTAN, mas mostrou interesse em se juntar à Aliança, que avançou lentamente para o leste desde o fim do socialismo na Europa Oriental. O interesse da Ucrânia na OTAN vêm aumentando desde 2014, quando o governo pró-ocidental de direita chegou ao poder depois que o então presidente Viktor Yanukovich se retirou da proposta comercial com a União Europeia a favor de um acordo alternativo russo.

No fim do mês passado, o assessor de segurança nacional dos EUA, John Bolton, ao retornar de Kiev, afirmou à Reuters que a Ucrânia avançou em seus esforços para aderir à OTAN, no entanto, há muito trabalho a ser feito.

Bolton sublinhou a repórteres que é perigoso não resolver a crise na Ucrânia, referindo-se à votação da República da Crimeia em 2014 para se juntar à Rússia e se manter independente.

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