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Marinha do Brasil abre processo administrativo para apurar vídeo de militares dançando 'Jenifer' em navio

Em nota, a Marinha informou que e 'foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições' e que irá apurar o ocorrido.
Por G1 Rio

A Marinha do Brasil instaurou um processo administrativo para apurar um vídeo em que um grupo de militares aparece dançando a música "Jenifer" em um navio oficial.


A embarcação, segundo a Marinha, é o Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito, que fica sediado no Rio de Janeiro. A gravação foi feita durante o estágio de mar de militares.

Em nota, a Marinha informou que "foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições da Marinha" e que, para ampliar a apuração do ocorrido, foi instaurado um procedimento administrativo "cuja conclusão, certamente, conterá as propostas pertinentes às necessárias correções no inaceitável comportamento".

Assista o vídeo

Por que Marinha russa não precisa de porta-helicópteros?

A Rússia é capaz de construir porta-helicópteros, mas sua utilização pela Marinha do país tem desvantagens, acredita o ex-comandante da Frota do Báltico russa, almirante Vladimir Valuev.


Sputnik

O comentário vem após o ministro da Indústria e Comércio da Rússia, Denis Manturov, ter dito que os produtores russos podem construir porta-helicópteros e estão prontos a vendê-los a clientes estrangeiros caso haja interesse.

Porta-helicópteros Vladivostok, da classe Mistral
Porta-helicópteros Vladivostok, da Classe Mistral © AP Photo / Laetitia Notarianni

Porém, o ex-comandante Valuev duvida que a Rússia precise deste tipo de navios.

"Nossa indústria naval é capaz de produzir qualquer tipo de navios. Mas a necessidade de construir navios de superfície ou submarinos deve ser argumentada pela doutrina de cada país. Após considerar todos os prós e contras, nossas autoridades militares chegaram à conclusão de que a construção de porta-helicópteros para a Marinha russa é pouco prática, pois suas funções [de porta-helicópteros] duplicariam as de outras armas, incluindo navios de desembarque", detalhou o almirante.

Valuev também ressaltou que, nas condições atuais, quando possíveis adversários da Rússia possuem armas de alta precisão, porta-helicópteros acabam sendo um "alvo flutuante".

"Neste caso, um porta-helicópteros dura poucas horas, sendo o alvo principal dos mísseis inimigos", sublinhou.

Mesmo assim, o militar concordou com o ministro da Indústria e Comércio que os estaleiros russos têm todas as competências para construir tais navios para exportação.

Antes, a Rússia planejava comprar porta-helicópteros à França. O acordo de venda de dois navios Mistral foi firmado em 2011, mas em 2015 as partes decidiram rescindir o contrato devido às sanções antirrussas.

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