Pular para o conteúdo principal

Postagem em destaque

Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Por que novo caça ligeiro do Irã pode ser revolucionário para suas Forças Armadas?

O novo modelo do caça iraniano Kowsar, que possui um design parecido com o do caça norte-americano F-5E, pode se converter em um avião revolucionário para as Forças Armadas do Irã, segundo o portal Military Watch.


Sputnik

De acordo com o portal, a aeronave, cuja produção não requer muitos investimentos, pode integrar distintas tecnologias como a visualização frontal (Head Up Display), redes digitais de dados militares, monitores polivalentes, computadores de cálculo balístico, sistemas de mapeamento inteligentes, novos radares e sistemas aviônicos. 

Modelo do novo caça iraniano Kowsar
Maquete do Kowsar © Sputnik / Evgeniy Odinokov

Apesar de possuir tecnologias tão sofisticadas, a possibilidade de que o novo caça passe a integrar a Força Aérea do país persa dependerá de sua capacidade de carregar diferentes tipos de munições, algo que seu antecessor, o avião Saeqeh, carecia.

"Há uma razão para acreditar que o Kowsar será um caça revolucionário para as Forças Armadas do Irã", escreveu a edição.

De acordo com o Military Watch, desde que o Saeqeh entrou em serviço em 2007, o Irã conseguiu avançar consideravelmente no que diz respeito à aviônica, radares e tecnologias de mísseis.

O avanço mais notável foram os testes e a fabricação em série do míssil de classe ar-ar Fakour-90. A arma foi construída com base no míssil norte-americano de longo alcance AIM-54 Phoenix, uma das armas mais potentes da Força Aérea do Irã. O míssil AIM-54 Phoenix era utilizado exclusivamente pelos caças F-14 Tomcat da Marinha norte-americana e a Força Aérea do Irã.

Segundo o Military Watch, o Fakour-90 possui um alcance estimado entre 250 e 300 km. Seu surgimento marca um ponto de virada para a aviação militar iraniana, dado que permite ao país persa contra-atacar os aviões do adversário a grandes distâncias.

"Enquanto o Kowsar iraniano não pode carregar seis mísseis pesados como o caça F-14 Tomcat, o disparo de apenas dois mísseis Fakour-90, junto com o uso de distintos projéteis construídos e baseados no míssil AIM-9 Sidewinder, pode ser revolucionário para a Força Aérea do Irã, dado que lhe permitirá se transformar em uma força poderosa que pode usar no campo de combate mísseis 'além do alcance visual'", ressaltou o portal.

Postar um comentário

Postagens mais visitadas