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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Porta-aviões Harry S. Truman se junta à 6ª Frota da Marinha dos EUA

O grupo de ataque do porta-aviões Harry S. Truman iniciou a última fase de sua adesão à 6ª Frota da Marinha dos EUA, que é responsável pelo grupo de operações na Europa e na África. O anúncio foi feito pela própria instituição militar nesta terça-feira (18).


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Conforme divulgado em comunicado à imprensa pela Marinha norte-americana, o grupo de ataque é composto pelo navio-almirante Classe Nimitz, o porta-aviões USS Harry S. Truman; nove esquadrões do Carrier Air Wing 1; o cruzador USS Normandy; e os dois destróieres Classe Arleigh Burke, USS Arleigh Burke e USS Forrest Sherman.

Porta-aviões USS Nimitz Harry S. Truman
Porta-aviões norte-americano USS Harry S. Truman © AP Photo / Fabrizio Bensch/Pool

A Marinha dos EUA explicou que ativos adicionais do grupo de ataque na região incluiriam os destróieres Classe Arleigh Burke, Bulkeley e Farragut.

O grupo de ataque saiu de Norfolk em agosto, completando exercícios e qualificações no Atlântico, para incluir participação em operações ao lado do porta-aviões Classe Nimitz Abraham Lincoln (CVN 72) e operações bilaterais ao lado da Marinha Real do Canadá, afirmou o comunicado.

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