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Trump diz que 'certamente' entraria em guerra com o Irã, mas 'não agora'

O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que consideraria uma ação militar contra o Irã para impedir que a República Islâmica consiga armas nucleares. A briga entre Teerã e Washington aumentou depois que os EUA acusaram o Irã de atacar dois petroleiros.
Sputnik

"Eu certamente vou considerar as armas nucleares", disse Trump à revista Time na terça-feira, quando perguntado sobre o que poderia levá-lo a declarar guerra ao Irã. "E eu manteria o outro um ponto de interrogação".

A reportagem não especificou se o presidente elaborou o cenário de lançar um conflito armado de pleno direito com a República Islâmica sobre seu programa nuclear. Quando um repórter perguntou a Trump se ele estava considerando uma ação militar contra o Irã agora, ele respondeu: "Eu não diria isso. Eu não posso dizer isso".

Seus comentários foram feitos um dia depois de o Pentágono ter enviado 1.000 soldados extras para o Oriente Médio "para fins defensivos".

Os Estados Unidos cu…

Preocupação com China deveria ir além de seus caças furtivos, adverte NI

Pequim está se tornando em uma grande potência e se quisesse, seria capaz de desenvolver um equivalente do J-16D para porta-aviões. Mesmo que tenha algumas dificuldades em alguns setores, a China consegue “copiar” tudo e ao mesmo tempo aperfeiçoar suas tecnologias.


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Isso aconteceu com o caça da Marinha americana, o Boeing EA-18G Growler, que é destinado à guerra eletrônica, sendo uma das poucas aeronaves militares dedicadas à tarefa de obstruir e potencialmente destruir radares hostis. Esse caça é uma variante do F-18 Super Hornet, sendo mais rápido, possuindo melhor manobrabilidade e sendo ainda fortemente armado, permitindo contribuir para ataques em missões de assalto e uma aproximação às defesas antiaéreas hostis, conforme afirma Sebastien Roblin da revista The National Interest.

Caça chinês J-20, com tecnologia stealth
Caça chinês J-20 © flickr.com/ Times Asi

Os engenheiros aeronáuticos chineses nunca estiveram tão orgulhosos de "copiar" uma ideia, desenvolvendo um Growler chinês com base no EA-18G. A aeronave em questão é uma variante do caça J-16 Red Eagle, que é uma cópia do russo Sukhoi Su-30MKK. Além disso, o Red Eagle é comparável com o americano F-15E e equipado com novos equipamentos aviônicos, incluindo um radar de varredura eletrônica ativa.

O J-16 ainda possui uma nova versão, denominada de J-16D, especializada para combate eletrônico, tal como o EA-18G. Porém, o J-16D tem seu canhão de 30 mm e o sensor infravermelho removidos, sendo capaz, em vez disso, de acomodar mais componentes eletrônicos no interior de sua fuselagem, além de diversas antenas. A aeronave visa o combate eletrônico, tal como o Growler, realizando interferência eletrônica e engajando os radares inimigos.

Além disso, a China desenvolveu uma cópia do míssil russo Kh-31P, conhecido como YJ-91, com um pequeno aumento do alcance e capacidade antinavio. A China também possui o JH-7 Flying Leopard, um caça-bombardeiro com capacidade de guerra eletrônica, bimotor, de longo alcance e com grande capacidade para transportar armas e combustível. Sendo um potente jato, este avião, porém, foi totalmente desenvolvido pela China.

A China no momento não está interessada em guerras. Contudo, ela busca alterar o balanço de poder militar no oceano Pacífico, sendo possível notar que as aeronaves para missões SEAD poderiam ser utilizadas em conflitos com Taiwan ou Japão. No entanto, uma aeronave pronta para o combate eletrônico seria mais apropriada para conter os EUA. Por isso, o caça J-16D sugere o interesse no desenvolvimento especializado de uma aeronave totalmente capacitada para guerra eletrônica.

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