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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

'Presença russa na Síria é um desafio', diz chefe da inteligência aérea de Israel

O chefe da inteligência aérea israelense concedeu uma entrevista dias antes da derrubada do avião russo Il-20, em que comentou os desafios da presença russa na Síria.


Sputnik

As autoridades israelenses ordenaram que o chefe da Força Aérea continuasse o diálogo com os militares russos após a derrubada do caça russo Il-20 na Síria. A Defesa de Israel continua a atribuir a responsabilidade à Síria.

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Uri Oron | Reprodução

O chefe da Inteligência Aérea israelense, Uri Oron, concedeu uma entrevista à agência Haaretz alguns dias antes da derrubada da aeronave. O alto funcionário admitiu que a presença russa na Síria desafiava Israel, mas não prejudicava suas atividades.

"A presença russa restringe a atividade da Força Aérea de Israel? Ela nos desafia: Temos que ser muito precisos. No entanto, isso não significa que as aeronaves apenas possam voar sobre Israel", disse ele.

O militar também reconheceu que a presença russa na Síria é um dos fatores cruciais que determina a situação na região. Oron acrescentou que, antes da intervenção russa, todos tinham certeza de que o grupo terrorista Daesh (proibido na Rússia e em uma série de países) se espalharia por todo o país.

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