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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Reino Unido deslocará 800 militares para a Noruega

No âmbito de nova estratégia para o Ártico, o Reino Unido deslocará no próximo ano para a Noruega 800 fuzileiros navais e efetivos das tropas especiais, comunicou o ministro britânico da Defesa, Gavin Williamson.


Sputnik

Em entrevista ao jornal The Telegraph, Williamson sublinhou que esta medida de Londres faz parte da nova estratégia que deve permitir ao Reino Unido vigiar, de maneira eficaz, as atividades dos submarinos russos. Ademais, o plano supõe que as forças britânicas serão capazes de responder rapidamente a qualquer ameaça.

Fuzileiros navais de vários países participam de exercícios militares na Noruega
CC BY 2.0 / Departamento de Defesa dos EUA

Em particular, para cumprir essa tarefa, os militares britânicos planejam usar seu avião P-8 Poseidon.

"Vemos que o nível da atividade dos submarinos russos é muito próximo do da Guerra Fria, e será correto se reagirmos a isso", afirmou.

Ao mesmo tempo, o ministro destacou que a ameaça proveniente dos submarinos no Extremo Norte e no Atlântico do Norte "realmente voltou ao primeiro plano".

Está previsto no âmbito da nova estratégia que os militares britânicos deslocados na Noruega cooperem com as Forças Armadas norueguesas, bem como com a infantaria naval dos EUA e da Holanda.

Recentemente, o ministro britânico da Defesa também frisou que os caças-bombardeiros F-35B conseguiram pela primeira vez na história pousar no convés do porta-aviões britânico HMS Queen Elizabeth. De acordo com ele, tal resultado demonstra o "renascimento da força" britânica e mostra que o país é capaz de efetuar "ataques decisivos a partir do mar" em qualquer parte do mundo.

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