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Marinha do Brasil abre processo administrativo para apurar vídeo de militares dançando 'Jenifer' em navio

Em nota, a Marinha informou que e 'foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições' e que irá apurar o ocorrido.
Por G1 Rio

A Marinha do Brasil instaurou um processo administrativo para apurar um vídeo em que um grupo de militares aparece dançando a música "Jenifer" em um navio oficial.


A embarcação, segundo a Marinha, é o Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito, que fica sediado no Rio de Janeiro. A gravação foi feita durante o estágio de mar de militares.

Em nota, a Marinha informou que "foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições da Marinha" e que, para ampliar a apuração do ocorrido, foi instaurado um procedimento administrativo "cuja conclusão, certamente, conterá as propostas pertinentes às necessárias correções no inaceitável comportamento".

Assista o vídeo

Revista norte-americana indica o que 'estraga' capacidades furtivas do F-35

O caça norte-americano de quinta geração F-35B Lightning II, de aterrissagem e decolagem verticais, é capaz de transportar bombas pesadas exclusivamente no exterior da fuselagem, o que priva o avião de suas vantagens furtivas.


Sputnik

"O F-35B não é capaz de transportar bombas de duas mil libras [907 kg] de forma furtiva, já que elas precisam ser suspensas no exterior", escreveu o autor do artigo, Charlie Gao. De acordo com a edição, a maior parte das bombas antibunker norte-americanas são pesadas demais para serem colocadas no compartimento interno do F-35B Lightning II, embora a versão básica do caça (F-35A) permita fazê-lo. 

Caça F-35B
F-35 Lightning II © Foto : Lockheed Martin

O autor frisou que é difícil para um F-35B Lightning II voar completamente armado, dado que os armamentos tornam a aeronave pesada demais, impossibilitando o seu pouso vertical sobre um porta-aviões.

"Se um F-35B levantasse voo com o peso máximo, precisaria gastar todos os armamentos em combate ou jogá-los antes de pousar", escreveu.

Não obstante isso, segundo a revista, o F-35B continua sendo praticamente o mesmo avião que o F-35A, com algumas limitações quanto às capacidades de manobra e armas. "Possui os mesmos sistemas de sensor excelentes, radar e capacidade de transmissão de dados", ressaltou a edição.

Desde 2001, a família de caças polivalentes de quinta geração F-35 Lightning II está sendo produzida pela empresa Lockheed Martin. Existem três versões do caça: para a Força Aérea, com curta decolagem e aterrissagem vertical, e a versão embarcada.

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