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China desenvolve 2 novos bombardeiros furtivos ao mesmo tempo, diz inteligência americana

A Força Aérea da China, que já tem dois caças furtivos, está trabalhando em dois novos projetos de aviões furtivos de médio e longo alcance, informou um relatório da inteligência militar dos EUA.
Sputnik

Os fabricantes de aviões chineses estão envolvidos em dois projetos de bombardeiros furtivos ao mesmo tempo, informou a edição Aviation Week, citando um relatório da Agência de Inteligência do Departamento de Defesa dos EUA.


A existência de um desses projetos, H-20 ou H-X, foi confirmada pela Força Aérea Chinesa em 2017. Entretanto, não foi divulgada nenhuma informação confiável sobre o segundo projeto.

De acordo com o Pentágono, o segundo projeto, designado JH-XX, envolve o desenvolvimento de um caça-bombardeiro de médio alcance. O avião será equipado com radar AESA, mísseis ar-ar e mísseis ar-terra. Os especialistas em inteligência militar estadunidense acreditam que essa aeronave entrará em serviço da Força Aérea chinesa não antes de 2025.

No desenvolvimento desses novos aviões de comba…

Rússia desenvolve aparelho submersível para proteger sua base naval na Síria

Os mais novos dispositivos autônomos submersíveis desenvolvidos na Rússia, como o Shelf, podem ser usados para proteger a área marinha da base naval russa de Tartus, na Síria, relata à Sputnik Andrei Dolzhenkov, diretor-geral da empresa homônima.


Sputnik

"Os portadores subaquáticos do tipo Shelf, desenvolvidos na Rússia […] podem ser usados para operações de busca e salvamento, inspeção de estruturas hidráulicas e objetos subaquáticos, hidrologia e hidrografia, estudos sobre o fundo marinho e da coluna de água, para exploração e tarefas especiais. Todas essas tarefas são relevantes para garantir a segurança da base naval de Tartus", disse Dolzhenkov.

Aparelho subaquático Shelf
Aparelho aquático Shelf © Sputnik / Sergei Safronov

Ele sublinhou que os portadores subaquáticos podem resolver problemas individualmente ou em grupo.

Segundo o diretor-geral, dependendo das tarefas, o portador subaquático pode ter diferentes dimensões: de um metro e meio a quatro metros. Entretanto, se aplica o princípio de estrutura modular.

"É possível colocar um sonar para inspecionar objetos no fundo marinho ou uma câmera de vídeo com sistema de iluminação, além de se escanear o fundo com equipamento hidroacústico. Podem ser suspensos manipuladores. Temos um aparelho de corte como manipulador, ele pode ser usado a uma profundidade de mil metros. A versão base tem quatro módulos, mas podemos fazer com cinco, seis módulos e mais", disse o diretor-geral.

"A questão do armamento que possa ser usado debaixo d'água pode ser trabalhada, mas até agora não nos colocamos essa tarefa […] A questão que foi trabalhada foi a busca e detecção de objetos e pessoas", enfatizou Dolzhenkov.

Ele também informou que os portadores foram projetados para trabalhar debaixo d'água a uma profundidade de até 300 metros.

"Mas, na verdade, as profundidades podem ser medidas em quilômetros", disse o desenvolvedor.

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