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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Rússia identifica lugar da queda do avião Il-20 na Síria

O Ministério da Defesa russo identificou o lugar da queda do avião militar russo Il-20, 27 quilômetros a oeste do povoado de Baniyas, na província de Latakia.


Sputnik

Segundo a entidade militar, restos dos militares e destroços da aeronave foram retirados do mar e levados a bordo de navios russos deslocados na zona da Síria.

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RFS Seliger | Reprodução

"No momento, identificamos o lugar da queda do avião, 27 quilômetros a oeste do povoado de Baniyas", diz o comunicado do ministério.

Da operação de busca do Il-20 que caiu no mar perto da costa de Latakia participam oito navios, lanchas e embarcações de apoio da Marinha russa. À zona está chegando também a embarcação Seliger, dotada de batiscafos capazes de operar a grande profundidade.

O avião Il-20 desapareceu dos radares em 17 de setembro, por volta das 23h do horário de Moscou, (17h em Brasília) durante o retorno planejado à base aérea de Hmeymim, no espaço aéreo do Mediterrâneo, a 35 quilômetros da costa da Síria, de acordo com o ministério.

A defesa russa sublinhou que, quase ao mesmo tempo, quatro caças F-15 atacaram instalações sírias em Latakia. Segundo a entidade, para evitar a resposta síria, os pilotos israelenses puseram o Il-20 debaixo de fogo do sistema de defesa antiaérea. O avião russo foi abatido por um míssil S-200 sírio, a queda resultou na morte de 15 militares russos.

Para o ministério, os aviões israelenses provocaram propositadamente uma situação ameaçadora na zona de Latakia, pois seus radares não poderiam deixar de ver o avião russo, visto que este estava aterrissando. Além disso, Israel não avisou a parte russa da operação planejada na área de Latakia.

A Defesa russa qualificou as ações de Israel como hostis e afirmou se reservar o direito de tomar medidas de resposta.

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