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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Rússia: novos dados indicam claramente que Israel é culpado por derrubada do avião Il-20

A informação foi fornecida pelo sistema de controle de fogo russo S-400, instalado na base aérea de Hmeymim, na Síria.


Sputnik

Anteriormente, Moscou havia acusado a Força Aérea Israelense pelo incidente, alegando que quatro jatos militares israelenses F-16, que atacavam alvos sírios na província de Latakia, usaram a aeronave russa Il-20 como cobertura, submetendo-a a um ataque dos sistemas de defesa aérea síria.

Sistema de defesa antiaérea S-200 lança míssil contra alvo aéreo (imagem referencial)
Lançamento de míssil antiaéreo S-200 © AP Photo / Amir Kholousi, ISNA

De acordo o representante do oficial do Ministério da Defesa da Rússia, major-general Igor Konashenkov, o míssil S-200 do complexo de defesa aérea sírio, que atingiu avião russo Il-20, tinha como alvo um avião israelense.

"A tela mostra claramente a direção do míssil S-200 emitido pelos sistemas de defesa aérea da Síria, a posição dos aviões russo e israelenses. É claro que a direção do voo do míssil é destinada a uma aeronave israelense", disse Konashenkov ao fazer uma apresentação em uma tela especial durante entrevista coletiva.

Após o incidente, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse que Tel Aviv está pronta para fornecer a Moscou todas as informações necessárias para facilitar a investigação, alegando que a Síria foi responsável pelo acidente do avião russo.

Em 17 de setembro, o Ministério da Defesa russo informou que o avião Il-20 desapareceu dos radares enquanto regressava para a base de Hmeymim, na Síria. Ainda segundo a Defesa russa, o avião foi derrubado porque ficou colocado sob ataque da defesa antiaérea síria por caças israelenses que se posicionaram por trás dele. Os 15 militares que estavam a bordo morreram. O presidente da Rússia Vladimir Putin qualificou o ocorrido como "uma sequência de circunstâncias trágicas".

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