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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Rússia realiza lançamento dos novíssimos mísseis antinavio Kh-35U

Caças-bombardeiros Su-34 realizaram um exercício de lançamento dos mais recentes mísseis antinavio Kh-35U no polígono da Frota do Pacífico, relatou o Ministério da Defesa da Rússia.


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"Como parte da realização de missões de treinamento no polígono marítimo da Frota do Pacífico, caças-bombardeiros multifuncionais Su-34 realizaram lançamentos dos mais novos mísseis antinavio Kh-35U", indica o relatório.

Resultado de imagem para Kh-35U
Sukhoi Su-34 com o míssil Kh-35U | Reprodução

Os lançamentos foram realizados com múltiplos alvos simultâneos, simulando um grupo de navios. O Ministério da Defesa observou que foram efetuados lançamentos individuais e múltiplos em várias trajetórias de voo.

"No total foram feitos oito lançamentos. Todos os mísseis atingiram os alvos com sucesso", destacou o departamento.

Segundo o Ministério da Defesa, o míssil antinavio Kh-35U foi projetado para eliminar alvos de superfície de várias classes sem a entrada dos portadores na zona de ação do sistema de defesa antiaérea.

O seu alcance máximo é superior a 250 quilômetros. O ministério sublinhou que o impacto de um desses mísseis seria suficiente para destruir um moderno navio de combate da classe corveta.

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