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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

S-400 russos assumem controle total sobre espaço aéreo do mar Negro

A terceira divisão de mísseis russos S-400 Triumph, recentemente posicionada na Crimeia, aumenta significativamente a defesa aérea da região, segundo assegura tenente coronel russo Aleksandr Taranov.


Sputnik

Nas palavras do comandante da divisão, após os complexos entrarem em serviço, "a fronteira abrangendo os pontos de posicionamento das unidades de defesa antiaérea aumentou".

Sistema de mísseis S-400
S-400 Triumph © Sputnik / Igor Zarembo

Consequentemente, a área de controle do espaço aéreo ao redor da península também aumentou, sublinhou Taranov em entrevista ao jornal militar russo Krasnaya Zvezda.

"Atualmente rastreamos em regime máximo todo o mar Negro, a partir das direções norte e ocidental", destacou.

Há poucos dias, foi informado que uma terceira divisão do sistema de mísseis russo S-400 Triumph entrou em serviço na cidade de Eupatória, na Crimeia.

O complexo russo S-400 Triumph é destinado a interceptar todos os meios de ataque aéreos modernos, inclusive bombardeiros estratégicos, mísseis balísticos e de cruzeiro, bem como atingir alvos terrestres. O sistema é capaz de interceptar alvos a uma distância de até 600 quilômetros, eliminá-los a 400 quilômetros e na altitude de 30 quilômetros.

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