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O Brasil tem poder de fogo para proteger a riqueza da Amazônia Azul? (VÍDEO)

Devido à enorme riqueza natural, a porção de mar sob jurisdição brasileira é também conhecida como Amazônia Azul. A área é um dos mais importantes patrimônios naturais brasileiros e é uma preocupação para o setor de Defesa. Para comentar o assunto, a Sputnik Brasil ouviu Ricardo Cabral, pesquisador da Escola de Guerra Naval da Marinha do Brasil.
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O pesquisador falou sobre a importância comercial e estratégica, o potencial energético, científico e as obrigações internacionais do Brasil com as áreas da Amazônia Azule seu entorno. Ele também descreveu o atual estado da esquadra da Marinha brasileira, que carece de investimentos e pleiteia junto ao novo governo federal uma fatia maior do orçamento público, limitado pela Emenda Constitucional nº 95.


Foi a própria Marinha brasileira que cunhou o termo "Amazônia Azul", em referência ao tamanho da biodiversidade e dos bens naturais encontradas em sua área. No entanto, a área marítima é ainda maior do que porção brasileira da flo…

Síria, bombas nucleares e OTAN: As principais alegações de livro explosivo contra Trump

Na semana passada, a secretária de imprensa da Casa Branca, Sarah Huckabee Sanders, descreveu um novo livro do proeminente jornalista norte-americano Bob Woodward como "nada mais do que histórias inventadas, muitas de ex-funcionários descontentes, para fazer o presidente parecer ruim". A Sputnik analisa alguns trechos importantes da obra.


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Em seu recém-lançado livro sobre o presidente dos EUA, Donald Trump, o veterano jornalista do Washington Post, Bob Woodward, concentrou-se em uma série de questões internacionais urgentes, incluindo as relacionadas aos ataques com mísseis dos militares americanos no aeródromo sírio em Ash Sha'irat em abril de 2017.

O último livro do veterano jornalista Bob Woodward, Medo: Trump na Casa Branca (tradução livre), à venda no lançamento em uma loja da Costco em Alhambra.
© AFP 2018 / Frederic J. BROWN

De acordo com Woodward, Trump supostamente considerou dar uma ordem para lançar "um golpe secreto" contra o presidente sírio Bashar Assad após o ataque de mísseis Sha'irat, insistindo que os EUA deveriam fazer mais.

Ao mesmo tempo, Woodward afirmou que o secretário de Defesa dos EUA, James Mattis, estaria alarmado com a ideia de lançar um segundo ataque à base aérea da Síria na época, razão pela qual ele trabalhou para dissuadir o presidente de realizar a operação militar.

A longo prazo, Trump parou de exigir o segundo ataque de mísseis contra a Síria e gradualmente se reduziu a outras questões, relata Woodward.

Rússia planeja usar armas nucleares contra a OTAN

Em seu livro, Woodward também alega que a Rússia uma vez alertou o chefe do Pentágono, James Mattis, que se a OTAN usasse força militar contra a Rússia nos países bálticos, Moscou não hesitará em usar armas nucleares táticas contra a Aliança.

O alegado aviso levou Mattis a começar a dizer que a Rússia representa uma ameaça existencial para os Estados Unidos, em um movimento que foi endossado pelo presidente do Estado-Maior Conjunto dos EUA, general Joseph Dunford, segundo Woodward.

Disputa relacionada à OTAN entre Trump e Mattis

Separadamente, Woodward descreve como o séquito do presidente dos Estados Unidos, incluindo Mattis e Dunford, tentou convencer Trump da necessidade de preservar a OTAN durante uma reunião informal na Casa Branca em 8 de fevereiro de 2017.

Nesse contexto, Woodward cita Mattis como supostamente afirmando que, se a OTAN não existisse, deveria ter sido inventada. O Secretário de Defesa dos EUA também alegou na época que a Rússia nunca seria capaz de vencer a guerra se desafiasse a OTAN.

Kushner tentou encorajar aliança entre os EUA e a Arábia Saudita

Em outra parte de seu livro, Woodward aborda as alegadas tentativas do assessor do presidente dos Estados Unidos, Jared Kushner, de trazer o relacionamento americano-saudita de volta ao foco da política externa dos EUA.

De acordo com o autor, Kushner discutiu a questão com Derek Harvey, um coronel militar aposentado que estava encarregado da política do Oriente Médio no Conselho Nacional de Segurança durante o primeiro ano de Trump como presidente.

As duas autoridades supostamente convocaram uma cúpula importante na Arábia Saudita durante a visita de Trump ao reino em 2017, com Kushner convidando o príncipe herdeiro saudita Mohammed Bin Salman. Segundo Woodward, a visita de Salman ocorreu em março de 2017, dois meses antes da viagem de Trump ao Oriente Médio.

Na semana passada, Trump twittou que o novo livro de Woodward nada mais é do que uma "fraude, que já foi refutada e desacreditada pelo general (secretário de Defesa) James Mattis e pelo general (chefe de gabinete) John Kelly". A afirmação foi repetida pela secretária de imprensa da Casa Branca, Sarah Huckabee Sanders, que criticou o livro como "nada mais do que histórias inventadas […] contadas para fazer o presidente parecer mal".

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