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Marinha do Brasil abre processo administrativo para apurar vídeo de militares dançando 'Jenifer' em navio

Em nota, a Marinha informou que e 'foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições' e que irá apurar o ocorrido.
Por G1 Rio

A Marinha do Brasil instaurou um processo administrativo para apurar um vídeo em que um grupo de militares aparece dançando a música "Jenifer" em um navio oficial.


A embarcação, segundo a Marinha, é o Aviso de Instrução Guarda-Marinha Brito, que fica sediado no Rio de Janeiro. A gravação foi feita durante o estágio de mar de militares.

Em nota, a Marinha informou que "foi constatado comportamento completamente incompatível com as tradições da Marinha" e que, para ampliar a apuração do ocorrido, foi instaurado um procedimento administrativo "cuja conclusão, certamente, conterá as propostas pertinentes às necessárias correções no inaceitável comportamento".

Assista o vídeo

Sistema ultrassecreto dos EUA permitirá à Índia rastrear submarinos chineses

A Índia terá acesso às informações sendo signatária do Acordo de Compatibilidade de Comunicações e Segurança (COMCASA, na sigla em inglês).


Sputnik

No exato momento em que um navio de guerra ou aeronave dos EUA detecta um navio ou submarino chinês através de seu sistema ultrassecreto, a Marinha dos EUA fornecerá imediatamente as informações correspondentes à Marinha da Índia que opera na região, informou NDTV.

Radar (imagem referencial)
Radar © Sputnik / Mikhail Fomichev

Além de saber o rumo exato e a velocidade dos navios chineses, a Marinha da Índia poderá receber um vídeo em tempo real do objeto detectado.

Os receptores instalados nas ferramentas da Marinha da Índia farão parte do Sistema de Intercâmbio de Informação Regional de Empreendimento Combinado (CENTRIXS, sigla em inglês), que é um conjunto de redes classificadas que apoiam as ordens de aliados militares dos norte-americanos em todo o mundo, incluindo a Índia.

A Índia terá acesso a essas informações assinando o COMCASA. O CENTRIXS permitirá que ambos os países combatam conjuntamente na mesma área de operações, uma vez que teriam acesso simultâneo a uma imagem operacional comum, ou seja, uma tela mostraria a posição dos alvos inimigos e das forças aliadas e outros detalhes relevantes.

As aeronaves não tripuladas que a Índia planeja adquirir incluiriam alguns dos mais sofisticados equipamentos militares norte-americanos como os sistemas de receptores de posicionamento de aliados e inimigos que, em virtude de um complexo sistema de criptografia, não pode ser manipulado por terceiros.

No entanto, a preocupação em Nova Deli é: se os EUA são ou não capazes de controlar os movimentos exatos da aeronave através desse sistema. Mas, quanto a essa questão, os EUA esclarecem que o controle da aeronave recai exclusivamente a seus parceiros, a menos que autorizem algum procedimento diferente. De qualquer modo, os norte-americanos enfatizam que as inspeções em terra são necessárias para verificar se esses sistemas não foram alterados ou compartilhados com um terceiro país.

Ao entrar em um serviço chamado Sea Guardian (guardião marítimo, em português), fabricado pela General Atomics, transformará completamente a capacidade da Marinha indiana de monitorar grandes áreas do oceano Índico devido a uma autonomia de 27 horas de voo e mais de 15.000 metros de altitude.

Além de ser capaz de realizar ambas as missões de forma autônoma, como ser pilotado por controle remoto, há a possibilidade de atacar alvos usando mísseis Hellfire ou bombas inteligentes equipadas em suas asas graças ao radar de múltiplos modos disponível.

A decisão da Índia de assinar o COMCASA surge depois de os EUA tentarem convencer os indianos a não comprar o sistema de mísseis antiaéreos S-400 Triumph. Mas parece que a Índia não está disposta a mudar seus planos sobre os S-400, apesar de seguirem o acordo.

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