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Irã ameaça romper limite de reservas de urânio; entenda o que país pode fazer se sair de acordo nuclear

Sem regulação, país pode adotar equipamentos mais modernos e rápidos e ampliar volume de enriquecimento de material que pode ser usado em armas nucleares. Acordo foi firmado em 2015 entre Irã e mais seis países, mas Trump retirou EUA em maio de 2018.
Associated Press

O Irã anunciou que irá exceder o limite de reservas de urânio determinado pelo acordo nuclear de 2015, ampliando as tensões no Oriente Médio.

O prazo de 27 de junho dado por Teerã vem antes de outra data limite, 7 de julho, para que a Europa apresente melhores termos para que o país permaneça no acordo. Se essa segunda data passar sem nenhuma ação, o presidente iraniano Hassan Rouhani diz que a república islâmica irá provavelmente retomar o alto enriquecimento de urânio.

Veja a seguir em que situação está o programa nuclear do Irã atualmente:

O acordo nuclear

O Irã fechou um acordo nuclear em 2015 com Estados Unidos, França, Alemanha, Reino Unido, Rússia e China. O acordo, formalmente conhecido como Plano de Ação Conjunto Abran…

Submarino japonês participa pela 1ª vez de exercícios no mar do Sul da China

Um submarino da Força Marítima de Autodefesa japonesa está envolvido pela primeira vez em exercícios navais no mar do Sul da China, comunicou o Ministério da Defesa do Japão.


Sputnik

De acordo com o ministério, citado por Reuters, o submarino Kuroshio da Força Marítima de Autodefesa japonesa, com a tripulação completa de 80 homens, chegará à região até 21 de setembro. Os exercícios nesta zona estão sendo acompanhados por três porta-helicópteros japoneses da classe Izumo.

Japan’s Defense Ministry said the submarine Kuroshio joined an exercise in the South China Sea on Sept. 13.
Submarino Kuroshio da Força Marítima de Autodefesa japonesa | Reprodução

Em agosto, o Japão disse no seu Livro Branco da Defesa que a China empreendeu grandes esforços para aumentar as suas capacidades militares e ampliar a área das suas operações militares aéreas e marítimas, em particular no mar da China Oriental (mar do Leste) e mar do Sul da China.

O Ministério das Relações Exteriores chinês, por sua vez, chama a estas declarações japonesas de infundadas e irresponsáveis.

O representante oficial da China, Geng Shuang, apelou aos países que não pertencem à região para se absterem de ações que possam pôr em causa a paz e a estabilidade no mar do Sul da China, "respeitar os esforços que os países da região realizam para resolver o problema do mar do Sul da China através de métodos pacíficos e do diálogo."

Tóquio e Pequim estão envolvidos há muito tempo em uma disputa territorial sobre as ilhas Senkaku, referidas pela China como ilhas Diaoyu. As ilhas estão situadas perto de uma importante rota marítima e potencialmente de grandes campos de gás e petróleo.

O Japão afirma que as ilhas lhe pertencem desde 1895, enquanto Pequim ressalta que os mapas japoneses feitos em 1783 e 1785 indicam as ilhas como território chinês. Depois da Segunda Guerra Mundial as ilhas passaram a ser controladas pelos EUA até o momento em que foram devolvidas ao Japão, em 1972. Taiwan e a China continental consideram que Tóquio mantém o controle das ilhas ilegalmente.

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