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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Submarino japonês participa pela 1ª vez de exercícios no mar do Sul da China

Um submarino da Força Marítima de Autodefesa japonesa está envolvido pela primeira vez em exercícios navais no mar do Sul da China, comunicou o Ministério da Defesa do Japão.


Sputnik

De acordo com o ministério, citado por Reuters, o submarino Kuroshio da Força Marítima de Autodefesa japonesa, com a tripulação completa de 80 homens, chegará à região até 21 de setembro. Os exercícios nesta zona estão sendo acompanhados por três porta-helicópteros japoneses da classe Izumo.

Japan’s Defense Ministry said the submarine Kuroshio joined an exercise in the South China Sea on Sept. 13.
Submarino Kuroshio da Força Marítima de Autodefesa japonesa | Reprodução

Em agosto, o Japão disse no seu Livro Branco da Defesa que a China empreendeu grandes esforços para aumentar as suas capacidades militares e ampliar a área das suas operações militares aéreas e marítimas, em particular no mar da China Oriental (mar do Leste) e mar do Sul da China.

O Ministério das Relações Exteriores chinês, por sua vez, chama a estas declarações japonesas de infundadas e irresponsáveis.

O representante oficial da China, Geng Shuang, apelou aos países que não pertencem à região para se absterem de ações que possam pôr em causa a paz e a estabilidade no mar do Sul da China, "respeitar os esforços que os países da região realizam para resolver o problema do mar do Sul da China através de métodos pacíficos e do diálogo."

Tóquio e Pequim estão envolvidos há muito tempo em uma disputa territorial sobre as ilhas Senkaku, referidas pela China como ilhas Diaoyu. As ilhas estão situadas perto de uma importante rota marítima e potencialmente de grandes campos de gás e petróleo.

O Japão afirma que as ilhas lhe pertencem desde 1895, enquanto Pequim ressalta que os mapas japoneses feitos em 1783 e 1785 indicam as ilhas como território chinês. Depois da Segunda Guerra Mundial as ilhas passaram a ser controladas pelos EUA até o momento em que foram devolvidas ao Japão, em 1972. Taiwan e a China continental consideram que Tóquio mantém o controle das ilhas ilegalmente.

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