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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

'Sucata como presente': político comenta entrega de lanchas pelos EUA à Ucrânia

A Guarda Costeira dos EUA vai entregar duas lanchas obsoletas à Marinha ucraniana. O presidente do Conselho Internacional de Compatriotas Russos, Vadim Kolesnichenko, explicou ao serviço russo da Rádio Sputnik o gesto da parte norte-americana.


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A Guarda Costeira dos EUA planeja entregar à Marinha ucraniana duas lanchas de patrulha e resgate da classe Island, comunicou o site oficial do departamento norte-americano.

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Navio patrulha norte-americano Classe Island | Reprodução

A cerimônia de entrega das lanchas, construídas em 1988, terá lugar na quinta-feira (27) em Baltimore perante o presidente da Ucrânia Pyotr Poroshenko e o vice-almirante da Guarda Costeira, Michael McAllister, informa o site da Guarda Costeira norte-americana.

Nos anos 1985-1992 a Guarda Costeira dos EUA recebeu 49 lanchas de patrulha da classe Island. Anteriormente, tais navios foram entregues à Geórgia e à Costa Rica.

"A nova oferta de sucata da parte dos EUA à Ucrânia mostra que os EUA tratam a Ucrânia como um lugar de armazenamento de sucata. Estas assim chamadas embarcações não reforçarão o assim chamado poderio da Marinha ucraniana", declarou o político, Vadim Kolesnichenko, ao serviço russo da Rádio Sputnik.

Segundo ele, isso mostra apenas que este país "de terceira classe" está na área dos interesses norte-americanos. Para o presidente ucraniano tal gesto é muito vantajoso na véspera da campanha eleitoral: o povo ucraniano verá que Pyotr Poroshenko goza de proteção e que tudo é possível para ele, inclusive a construção de uma base naval, explicou o político.

Anteriormente, as autoridades ucranianas anunciaram planos de criar uma base naval na costa do mar de Azov e transferir duas lanchas blindadas para a área. Além disso, o comando da Marinha ucraniana ordenou o reforço da presença militar no mar de Azov e o equipamento dos destacamentos da guarda costeira ucraniana com sistemas de mísseis para atingir a paridade com a Rússia nos mares Negro e de Azov.

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