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Executiva da Huawei deixa a prisão após pagar fiança no Canadá; ex-diplomata canadense é preso na China

Justiça aceitou pedido da chinesa, que foi detida a pedido dos Estados Unidos e corria risco de extradição. Fiança estipulada fixada em US$ 7,5 milhões.
Por G1

A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, foi solta nesta quarta-feira (12) depois de passar 11 dias presa no Canadá.

A executiva teve aceito o pedido de liberdade condicional, por um juiz canadense. O valor da fiança foi fixado em 10 milhões de dólares canadenses (US$ 7,5 milhões).

Meng saiu da prisão poucas horas depois da ordem do juiz, informou o canal Global News.

"O risco de que não se apresente perante o tribunal (para uma audiência de extradição) pode ser reduzido a um nível aceitável, impondo as condições de fiança propostas por seu assessor", disse o juiz, aplaudido na sala do tribunal pelos partidários da empresa chinesa, informa a France Presse.

As condições de libertação incluem a entrega de seus dois passaportes, que permaneça em uma de suas residências de Vancouver e use tornozeleira eletrônica. Além dis…

Tensão entre China e EUA dá sinais no setor militar

A deterioração da relação entre os EUA e a China, vista principalmente nas disputas comerciais entre os dois países pode estar chegando também na atividade militar.


Sputnik

Nesta terça-feira (25), o Pentágono confirmou que a China cancelou uma visita a Washington que seria feita pelo líder da Marinha chinesa. Além disse, oficiais norte-americanos afirmaram que a China negou um pedido de um navio dos EUA para visitar um porto em Hong Kong.

Militares das Forças Armadas da China no polígono de Alabino na região de Moscou, preparando-se para os Jogos Internacionais de Exército 2015.
Tropas chinesas © Sputnik / Iliya Pitalev

Ainda nesta terça-feira (25), a China exigiu que os EUA cancelassem uma venda de equipamentos militares no valor de US$ 330 milhões a Taiwan, a ilha autônoma que Pequim considera uma província renegada.

O Ministério das Relações Exteriores da China alertou para um "dano severo" nas relações bilaterais e na cooperação entre os países caso a venda, anunciada na segunda-feira (24) seja confirmada

O pano de fundo para esse aumento nas tensões entre os países é a disputa comercial que se estabeleceu entre a China e os EUA neste ano da administração de Donald Trump, que vem impondo uma série de tarifas aos produtos importados chineses. A cada nova imposição de tarifa, o que também tem sido feito pela China em forma de retaliação, cresce ainda mais a tensão entre os países.

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