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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Tensão entre China e EUA dá sinais no setor militar

A deterioração da relação entre os EUA e a China, vista principalmente nas disputas comerciais entre os dois países pode estar chegando também na atividade militar.


Sputnik

Nesta terça-feira (25), o Pentágono confirmou que a China cancelou uma visita a Washington que seria feita pelo líder da Marinha chinesa. Além disse, oficiais norte-americanos afirmaram que a China negou um pedido de um navio dos EUA para visitar um porto em Hong Kong.

Militares das Forças Armadas da China no polígono de Alabino na região de Moscou, preparando-se para os Jogos Internacionais de Exército 2015.
Tropas chinesas © Sputnik / Iliya Pitalev

Ainda nesta terça-feira (25), a China exigiu que os EUA cancelassem uma venda de equipamentos militares no valor de US$ 330 milhões a Taiwan, a ilha autônoma que Pequim considera uma província renegada.

O Ministério das Relações Exteriores da China alertou para um "dano severo" nas relações bilaterais e na cooperação entre os países caso a venda, anunciada na segunda-feira (24) seja confirmada

O pano de fundo para esse aumento nas tensões entre os países é a disputa comercial que se estabeleceu entre a China e os EUA neste ano da administração de Donald Trump, que vem impondo uma série de tarifas aos produtos importados chineses. A cada nova imposição de tarifa, o que também tem sido feito pela China em forma de retaliação, cresce ainda mais a tensão entre os países.

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