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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Trump dá poderes ao Tesouro dos EUA para impor sanções contra Rússia

No início de agosto, os Estados Unidos anunciaram uma nova rodada de sanções contra a Rússia por suposta participação no envenenamento do ex-espião russo Sergei Skripal e sua filha Yulia, em Salisbury, no Reino Unido, em março.


Sputnik

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu ao Departamento do Tesouro a autoridade, de acordo com a Lei Internacional dos Poderes Econômicos de Emergência (IEEPA), para impor sanções à Rússia. A informação foi divulgada pela Casa Branca através de um comunicado à imprensa.

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Tesouro dos EUA | Reprodução

"Eu autorizei o Secretário do Tesouro, em consulta com o Secretário de Estado, a tomar tais medidas, incluindo a promulgação de regras e regulamentos, e empregar todos os poderes concedidos ao Presidente pela IEEPA, conforme seja necessário para levar a cabo os propósitos da Ordem Executiva", diz o comunicado.

Em agosto, o governo dos EUA anunciou novas sanções contra a Rússia devido ao suposto uso de armas químicas contra o ex-oficial de inteligência russo, Sergei Skripal, e sua filha Yulia, na cidade britânica de Salisbury, em março.

A primeira onda de restrições entrou em vigor em 22 de agosto.

A Rússia negou repetidamente envolvimento no caso Skripal, enfatizando que Londres não forneceu provas nem cooperou com Moscou na investigação do incidente.

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