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Área militar do governo brasileiro demonstra desconforto com suspensão de investigação do caso Queiroz

Integrantes da área militar do governo demostraram desconforto com o pedido de suspensão da investigação para apurar movimentações financeiras de Fabricio Queiroz consideradas "atípicas" pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
Por Gerson Camarotti | G1

A avaliação de auxiliares do presidente Jair Bolsonaro é que essa decisão tomada pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), só faz prolongar o desgaste provocado pelo caso.

O ministro Luiz Fux atendeu pedido do deputado estadual e senador eleito Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), de quem Queiroz foi assessor. O Coaf apontou movimentação de R$ 1,2 milhão em uma conta bancária de Queiroz durante um ano sem que houvesse esclarecimento.

Para esses auxiliares, foi uma surpresa a solicitação feita por Flávio Bolsonaro para suspender as investigações.

“Ainda não há uma explicação convincente. Enquanto isso não acontecer, o desgaste desse caso vai continuar. Já está demorando demais”, comentou ao blog um auxilia…

Trump ordena corte de verba de US$ 25 milhões a hospitais palestinos de Jerusalém

Trump ordena corte de verba de US$ 25 milhões a hospitais palestinos de Jerusalém


RFi

O presidente dos EUA, Donald Trump, ordenou o corte de US$ 25 milhões em ajuda a hospitais palestinos em Jerusalém Oriental, uma medida que os palestinos classificam como "chantagem política".

'É desrespeitoso quando as pessoas não chegam à mesa de negociações', disse Donald Trump (Foto: Reuters/Leah Millis)
'É desrespeitoso quando as pessoas não chegam à mesa de negociações', disse Donald Trump (Foto: Reuters/Leah Millis)

"O presidente ordenou uma revisão da ajuda dos Estados Unidos à Autoridade Palestina, e à Cisjordânia e Gaza, para assegurar que esses fundos sejam gastos de acordo com os interesses nacionais dos EUA", disse neste sábado um funcionário do Departamento de Estado do país.

"Como resultado dessa revisão, a pedido do presidente, vamos redirecionar quase US$ 25 milhões inicialmente previstos para a rede de hospitais em Jerusalém Oriental. Estes fundos irão para projetos prioritários em outros lugares", acrescentou. A Organização de Libertação da Palestina (OLP) denunciou uma "chantagem política" contra "decência e moralidade humana".

"Ao retirar fundos vitais para hospitais em Jerusalém Oriental, como o hospital Augusta Victoria e o hospital oftalmológico Saint John, o governo dos EUA ameaça causar instabilidade e afetar seriamente milhares de pacientes palestinos" disse Hanane Achraoui, um oficial da OLP. Fontes próximas ao primeiro-ministro palestino denunciaram uma "decisão vergonhosa".

Cortes anunciados

O governo dos Estados Unidos já havia anunciado que deixaria de financiar a agência da ONU para os refugiados palestinos (UNRWA), uma semana após a exclusão de mais de US$ 200 milhões em ajuda aos palestinos. Donald Trump disse na época que havia tomado essas decisões para forçar os palestinos a negociar.

"Os Estados Unidos pagaram-lhes grandes somas de dinheiro. Eu digo, você poderá ter esse dinheiro, mas não vamos pagá-lo até que tenhamos um acordo. Se não concluir um acordo, nós não pagamos não", disse Trump a líderes judeus em Washington. "É desrespeitoso quando as pessoas não chegam à mesa de negociações".

A Autoridade Palestina interrompeu o contato com Washington desde o reconhecimento por Donald Trump de Jerusalém como capital de Israel, no início de dezembro, e agora nega qualquer papel dos Estados Unidos como mediador no processo de paz.

O status da Cidade Santa é uma das questões mais difíceis no conflito israelo-palestino, com palestinos buscando fazer de Jerusalém Oriental a capital do seu Estado.

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