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Diretor de Projetos da Marinha do Brasil diz que Programa Tamandaré não será afetado por cortes no orçamento

Convidado para falar a empresários catarinenses durante a reunião do Comitê da Indústria da Defesa (Comdefesa), da Fiesc, o vice-almirante Petronio Augusto Siqueira de Aguiar, diretor de Projetos da Marinha do Brasil, garantiu na manhã desta quinta-feira que o bloqueio de verbas do governo federal não vai afetar o andamento do projeto de construção de quatro navios da Marinha em Itajaí.
Poder Naval

Ele confirmou que o recurso previsto para a empreitada, de R$ 2,5 bilhões, está contingenciado – mas acredita que isso será revertido no segundo semestre. – Esse projeto não tem volta. O Brasil e a Marinha precisam modernizar a frota – afirmou.

A Marinha foi a principal atingida pelo bloqueio de verbas no setor de Defesa, que soma R$ 13 bilhões. O recurso para as corvetas está com a Emgepron, empresa de projetos da Marinha que negocia os termos do contrato com o consórcio Águas Azuis, vencedor da concorrência pública para construção das embarcações.

O grupo tem entre as consorciadas a alemã Thys…

Trump ordena corte de verba de US$ 25 milhões a hospitais palestinos de Jerusalém

Trump ordena corte de verba de US$ 25 milhões a hospitais palestinos de Jerusalém


RFi

O presidente dos EUA, Donald Trump, ordenou o corte de US$ 25 milhões em ajuda a hospitais palestinos em Jerusalém Oriental, uma medida que os palestinos classificam como "chantagem política".

'É desrespeitoso quando as pessoas não chegam à mesa de negociações', disse Donald Trump (Foto: Reuters/Leah Millis)
'É desrespeitoso quando as pessoas não chegam à mesa de negociações', disse Donald Trump (Foto: Reuters/Leah Millis)

"O presidente ordenou uma revisão da ajuda dos Estados Unidos à Autoridade Palestina, e à Cisjordânia e Gaza, para assegurar que esses fundos sejam gastos de acordo com os interesses nacionais dos EUA", disse neste sábado um funcionário do Departamento de Estado do país.

"Como resultado dessa revisão, a pedido do presidente, vamos redirecionar quase US$ 25 milhões inicialmente previstos para a rede de hospitais em Jerusalém Oriental. Estes fundos irão para projetos prioritários em outros lugares", acrescentou. A Organização de Libertação da Palestina (OLP) denunciou uma "chantagem política" contra "decência e moralidade humana".

"Ao retirar fundos vitais para hospitais em Jerusalém Oriental, como o hospital Augusta Victoria e o hospital oftalmológico Saint John, o governo dos EUA ameaça causar instabilidade e afetar seriamente milhares de pacientes palestinos" disse Hanane Achraoui, um oficial da OLP. Fontes próximas ao primeiro-ministro palestino denunciaram uma "decisão vergonhosa".

Cortes anunciados

O governo dos Estados Unidos já havia anunciado que deixaria de financiar a agência da ONU para os refugiados palestinos (UNRWA), uma semana após a exclusão de mais de US$ 200 milhões em ajuda aos palestinos. Donald Trump disse na época que havia tomado essas decisões para forçar os palestinos a negociar.

"Os Estados Unidos pagaram-lhes grandes somas de dinheiro. Eu digo, você poderá ter esse dinheiro, mas não vamos pagá-lo até que tenhamos um acordo. Se não concluir um acordo, nós não pagamos não", disse Trump a líderes judeus em Washington. "É desrespeitoso quando as pessoas não chegam à mesa de negociações".

A Autoridade Palestina interrompeu o contato com Washington desde o reconhecimento por Donald Trump de Jerusalém como capital de Israel, no início de dezembro, e agora nega qualquer papel dos Estados Unidos como mediador no processo de paz.

O status da Cidade Santa é uma das questões mais difíceis no conflito israelo-palestino, com palestinos buscando fazer de Jerusalém Oriental a capital do seu Estado.

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