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Erdogan: Rússia e Turquia decidirão que grupos deixarão zona de Idlib

Rússia e Turquia irão determinar em conjunto quais grupos radicais deverão deixar o território da zona desmilitarizada de Idlib, na Síria, segundo afirmou o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, neste domingo.
Sputnik

"Durante negociações sobre Idlib em Sochi, nós decidimos estabelecer uma zona desmilitarizada entre os territórios controlados pela oposição e pelo regime. A oposição permanecerá nos territórios que ela ocupa. Vamos garantir que os grupos radicais, designados em conjunto com a Rússia, não operem na região", disse Erdogan em artigo publicado pelo jornal russo Kommersant

Ainda de acordo com o líder turco, Washington segue atrapalhando o equilíbrio na região com seu apoio às Unidades de Proteção do Povo Curdo (YPG) e ao Partido da União Democrática (PYD) na Síria, considerados adversários de Ancara.

"Infelizmente, vemos que o apoio extraordinário que tem sido prestado recentemente, especialmente pelos Estados Unidos, às forças do YPG e do PYD, continua. Tais …

Trump ordena corte de verba de US$ 25 milhões a hospitais palestinos de Jerusalém

Trump ordena corte de verba de US$ 25 milhões a hospitais palestinos de Jerusalém


RFi

O presidente dos EUA, Donald Trump, ordenou o corte de US$ 25 milhões em ajuda a hospitais palestinos em Jerusalém Oriental, uma medida que os palestinos classificam como "chantagem política".

'É desrespeitoso quando as pessoas não chegam à mesa de negociações', disse Donald Trump (Foto: Reuters/Leah Millis)
'É desrespeitoso quando as pessoas não chegam à mesa de negociações', disse Donald Trump (Foto: Reuters/Leah Millis)

"O presidente ordenou uma revisão da ajuda dos Estados Unidos à Autoridade Palestina, e à Cisjordânia e Gaza, para assegurar que esses fundos sejam gastos de acordo com os interesses nacionais dos EUA", disse neste sábado um funcionário do Departamento de Estado do país.

"Como resultado dessa revisão, a pedido do presidente, vamos redirecionar quase US$ 25 milhões inicialmente previstos para a rede de hospitais em Jerusalém Oriental. Estes fundos irão para projetos prioritários em outros lugares", acrescentou. A Organização de Libertação da Palestina (OLP) denunciou uma "chantagem política" contra "decência e moralidade humana".

"Ao retirar fundos vitais para hospitais em Jerusalém Oriental, como o hospital Augusta Victoria e o hospital oftalmológico Saint John, o governo dos EUA ameaça causar instabilidade e afetar seriamente milhares de pacientes palestinos" disse Hanane Achraoui, um oficial da OLP. Fontes próximas ao primeiro-ministro palestino denunciaram uma "decisão vergonhosa".

Cortes anunciados

O governo dos Estados Unidos já havia anunciado que deixaria de financiar a agência da ONU para os refugiados palestinos (UNRWA), uma semana após a exclusão de mais de US$ 200 milhões em ajuda aos palestinos. Donald Trump disse na época que havia tomado essas decisões para forçar os palestinos a negociar.

"Os Estados Unidos pagaram-lhes grandes somas de dinheiro. Eu digo, você poderá ter esse dinheiro, mas não vamos pagá-lo até que tenhamos um acordo. Se não concluir um acordo, nós não pagamos não", disse Trump a líderes judeus em Washington. "É desrespeitoso quando as pessoas não chegam à mesa de negociações".

A Autoridade Palestina interrompeu o contato com Washington desde o reconhecimento por Donald Trump de Jerusalém como capital de Israel, no início de dezembro, e agora nega qualquer papel dos Estados Unidos como mediador no processo de paz.

O status da Cidade Santa é uma das questões mais difíceis no conflito israelo-palestino, com palestinos buscando fazer de Jerusalém Oriental a capital do seu Estado.

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