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Marinha do Brasil simula resgate de civis em área de conflito ou desastre natural (VÍDEO)

A Marinha do Brasil realizou entre os dias 6 e 14 de novembro a Operação Atlântico, na praia de Itaoca, no Espírito Santo. A simulação deste ano treinou os oficiais para casos em que houvesse resgate de civis em uma área de conflito armado ou que foram alvos de desastres naturais.
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Era por volta de 5h40 do dia 10 de novembro, um sábado, ainda estava amanhecendo, quando o Almirante Paulo Martinho Zucaro, Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, olhou e disse para a reportagem da Sputnik Brasil: "É guerra".


A declaração foi dada para explicar os motivos de se realizar um treinamento deste porte mesmo em condições extremamente desfavoráveis. A chuva era forte, as ondas na beira da praia atingiam 1,5 metros e os ventos chegaram a 20 km/h. O nível de dificuldade preocupava o alto comando, mas não foi um problema para os fuzileiros e marinheiros.

Antes do amanhecer, sete Carros Lagarta Anfíbios (CLAnf) chegaram à praia e deram início ao desembarque. Após eles chegarem foi…

Trump queria Assad morto, diz livro de Bob Woodward, jornalista do Watergate

O presidente dos EUA queria que o presidente da Síria, Bashar Assad, fosse assassinado em 2017, no entanto, seu secretário de Defesa ignorou o pedido. É o que diz o novo livro de Bob Woodward, "Medo: Trump na Casa Branca".


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Segundo texto publicado no jornal The Washington Post, o livro mostra que as principais lideranças dos EUA desobedeceram a ordens de Trump para limitar o que viam como um comportamento perigoso. A publicação mostra Trump como impulsivo em suas decisões e um clima de caos e nervosismo permeando sua equipe.

O presidente dos EUA, Donald Trump, fala em Mar-a-Lago, após ataque contra Síria em retaliação a supostos ataques com armas químicas. Foto de 6 e abril de 2017.
Donald Trump © AP Photo / Alex Brandon

De acordo com o texto de Woodward, Trump disse ao seu secretário de Defesa, James Mattis, que ele queria o presidente sírio morto após notícias e ataques químicos na Síria em abril de 2017.

Mattis teria respondido que ele o faria, no entanto, desenvolveu um plano limitado de ataque aéreo para evitar que Assad fosse ameaçado. Segundo o livro, Mattis disse a seus associados que o presidente dos EUA agia como uma criança.

A porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, disse que o livro não passa de "histórias inventadas, muitas delas por empregados insatisfeitos, ditas para fazer o presidente parecer ruim".

Em entrevista ao Daily Caller, Trump negou as acusações do livro, chamando a obra de "suja", dizendo que é mais um livro ruim. O presidente norte-americano também disse que Woodward tem "muitos problemas de credibilidade".

Bob Woodward ganhou fama após escrever sobre o escândalo de Watergate, nos anos 1970. Desde então escreveu diversos livros sobre os bastidores no poder na Casa Branca. Seu novo livro será lançado em 11 de setembro.

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