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Empresa chinesa faz peças para F-35? Revelação surge em meio a polêmicas envolvendo Huawei

Em meio à briga contínua entre os EUA e a gigante tecnológica chinesa Huawei, classificada como ameaça à segurança por Washington, verificou-se que uma subsidiária com sede no Reino Unido de uma companhia chinesa fabrica peças para os jatos americanos F-35.
Sputnik

Trata-se da companhia chinesa Exception PCB, com sede no condado britânico de Gloucestershire, que fabrica placas de circuitos que controlam os motores, iluminação, combustível e sistemas de navegação dos caças F-35 – o sistema de armas mais caro já feito.

De acordo com a emissora britânica Sky, citando materiais divulgados pelo Ministério da Defesa do Reino Unido, a empresa que fabrica componentes para os caças da Lockheed Martin foi comprada em 2013 pela companhia chinesa Shenzhen Fastprint, que inclusive já participou da fabricação de caças Eurofighter Typhoon e de helicópteros de ataque Apache.

"A Exception PCB, com sede em Gloucestershire, fabrica placas de circuito impresso que controlam muitas das principais capacid…

Turquia estaria deslocando armamentos para fronteira com Síria

Os militares turcos estão deslocando equipamentos militares para a fronteira com a Síria, segundo o jornal Hurriyet.


Sputnik

Oito veículos transportando tanques e obuseiros passaram esta manhã pela cidade de Kilis em direção a Elbeyli, na fronteira com a Síria.

Tanques turcos perto da fronteira com a Síria, Turquia (foto de arquivo)
Tanques turcos na fronteira com a Síria © AFP 2018 / BULENT KILIC

Segundo uma fonte militar citada pelo jornal, a deslocação de equipamentos é uma medida de segurança. Os tanques M60 foram enviados para a fronteira como parte de um plano para conter uma nova onda de refugiados, que as autoridades turcas esperam caso as tropas sírias ataquem Idlib.

Além disso, a Turquia expandiu o campo de refugiados de Atme, no lado sírio da fronteira, e fortaleceu 12 postos de observação para monitorar a zona de desescalada em Idlib.

A província de Idlib, no norte da Síria, continua sendo a única região controlada pelos grupos armados radicais. Anteriormente, nesta província foi criada uma zona de desescalada do conflito.

Recentemente, a situação na região tornou-se mais tensa. Segundo o Ministério da Defesa russo, os terroristas do grupo Tahrir al-Sham (proibido na Rússia) planejam uma provocação em Idlib para acusar as tropas de Bashar Assad de usar armas químicas contra civis e justificar posteriormente um ataque externo contra o país.

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que a possível ofensiva do Exército sírio em Idlib seria um "grave erro humanitário". Ao mesmo tempo, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia enfatizou que ninguém está interessado em ações militares, que podem resultar em vítimas em massa.

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