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Militares revelam como suas vidas foram destruídas pelo Exército dos EUA

O Twitter oficial do Exército dos EUA realizou uma pesquisa para averiguar como o serviço impactou a vida de seus militares.
Sputnik

Atualmente, mais de 9.000 pessoas já compartilharam suas opiniões. Apesar de constatarem que o serviço no Exército fortalece fisicamente e emocionalmente as pessoas, dando algum sentido às suas vidas e abrindo perspectivas profissionais, há muitos outros comentários com declarações céticas e críticas sobre a influência do Exército dos EUA no mundo, no país e na sua vida pessoal.

Várias pessoas compartilharam histórias de seus familiares que cometeram suicídio, sofreram de transtorno por estresse pós-traumático, passaram por mudanças radicais de caráter e comportamento ou deixaram de ser saudáveis depois de participarem em ações militares dos EUA.

Além disso, há aqueles cujos familiares ou eles próprios foram abusados durante o serviço.

Outros usuários recordaram que os horrores da guerra deixam cicatrizes na mente.

Diversos outros usuários da rede social compa…

Ucrânia acusa Rússia de tentar 'ocupar' mar de Azov

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, acusou a Rússia de bloquear as entradas ao mar de Azov para efetuar sua "ocupação".


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"Trata-se de uma brutal violação do direito internacional, e nós não podemos aceitá-lo. Nós temos fortalecido nossa presença [militar] ali e estamos apresentando uma queixa contra a Rússia no Tribunal Permanente de Arbitragem", afirmou o líder ucraniano em entrevista ao jornal Washignton Post.

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Presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko | Reprodução

De acordo com Poroshenko, o bloqueio de uma embarcação ucraniana proveniente do porto de Mariupol carregada com produtos metálicos ao menos por um dia causa perdas de milhares de dólares.

"Se a Rússia não parar, temos somente uma ferramenta – sanções", afirmou.

Por sua vez, o deputado do Conselho da Federação russo, Mikhail Sheremet, afirmou que a Rússia se viu obrigada a reforçar as medidas de segurança no mar de Azov em resposta às ameaças terroristas e de pirataria por parte das autoridades ucranianas.

"Reforçar as medidas de segurança no mar de Azov é uma medida de recurso em resposta às ameaças terroristas e de pirataria vindas das autoridades ucranianas. A Rússia devia garantir a segurança de seus pescadores, cidadãos pacíficos, inclusive dos navios que entram no mar de Azov, contra a política agressiva e imprevisível das autoridades da Ucrânia, dispostos a sequestrar embarcações e deter cidadãos, tal como os piratas da Somália", assinalou Sheremet em entrevista à Sputnik, exemplificando suas palavras com a detenção do navio de pesca russo Nord por parte da Ucrânia em março deste ano.

Kiev tem acusado Moscou de bloquear a entrada de navios que seguem para os portos ucranianos através do estreito de Kerch. A paragem dos navios causa prejuízos aos seus armadores, segundo as autoridades ucranianas.

Por sua vez, o Serviço Federal de Segurança russo desmente essas informações, indicando que todas as inspeções de embarcações estrangeiras são efetuadas conforme o direito marítimo internacional e que por parte dos armadores dos navios não tem havido queixas ou reclamações.

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