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Erdogan: Rússia e Turquia decidirão que grupos deixarão zona de Idlib

Rússia e Turquia irão determinar em conjunto quais grupos radicais deverão deixar o território da zona desmilitarizada de Idlib, na Síria, segundo afirmou o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, neste domingo.
Sputnik

"Durante negociações sobre Idlib em Sochi, nós decidimos estabelecer uma zona desmilitarizada entre os territórios controlados pela oposição e pelo regime. A oposição permanecerá nos territórios que ela ocupa. Vamos garantir que os grupos radicais, designados em conjunto com a Rússia, não operem na região", disse Erdogan em artigo publicado pelo jornal russo Kommersant

Ainda de acordo com o líder turco, Washington segue atrapalhando o equilíbrio na região com seu apoio às Unidades de Proteção do Povo Curdo (YPG) e ao Partido da União Democrática (PYD) na Síria, considerados adversários de Ancara.

"Infelizmente, vemos que o apoio extraordinário que tem sido prestado recentemente, especialmente pelos Estados Unidos, às forças do YPG e do PYD, continua. Tais …

Ucrânia estaria confrontando Rússia ao reforçar grupo naval no mar de Azov?

Autoridades de Kiev, ao aumentarem o agrupamento militar no mar de Azov, escolheram definitivamente o rumo político de fidelidade aos EUA e de geração de maior tensão na fronteira com a Rússia, disse o cientista político russo Aleksandr Formanchuk.


Sputnik

O Conselho de Defesa e Segurança Nacional ucraniano (RNBO, na sigla em ucraniano) ordenou o fortalecimento da presença militar no mar de Azov e o fornecimento de mísseis às unidades de defesa costeira. Segundo o vice-ministro da Infraestrutura ucraniano, Yuri Lavrenyuk, duas lanchas blindadas foram enviadas para o mar de Azov.

Fragata da Marinha ucraniana
Fragata ucraniana | CC BY-SA 2.0 / Ministry of Defense of Ukraine

A Ucrânia não é capaz de criar um grande agrupamento militar no mar de Azov, pois eles não possuem condições, mas querem medir forças, demonstrando que estão prontos. Agora, o governo ucraniano juntamente com o presidente do país, Poroshenko, se incorporou totalmente na política de lealdade a Washington. Todos os cálculos são feitos para apoiar a Casa Branca, por isso existe o desejo de elevar a presença militar no mar de Azov gerando tensão na fronteira russa, segundo Formanchuk, que acredita que o principal objetivo de Kiev é gerar premissas para um conflito armado com a Rússia.

Kiev acusa Moscou de bloqueio da entrada de navios que prosseguem para os portos ucranianos através do Estreito de Kerch, devido a isso os navios sofrem paragens que resultam em prejuízos. De acordo com a vice-ministra das Relações Exteriores, Olena Zerkal, a guarda fronteiriça russa não estão quebrando o protocolo durante a inspeção de navios ucranianos no mar de Azov.

A Marinha ucraniana reconhece que o país não possui uma grande frota, mas diz que é uma frota eficaz. Além disso, a Marinha ucraniana informou que estão elaborando com especialistas estrangeiros as estratégias de desenvolvimento para desenvolvimento da frota até 2035.

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