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Por que alguns países ocidentais não querem libertação de Idlib?

A libertação de Idlib marcará a vitória total das forças governamentais e o fracasso dos planos de países ocidentais de derrubar as autoridades legítimas sírias.
Sputnik

No entanto, segundo Pierre Le Corf, ativista francês que vive em Aleppo, a tarefa não será fácil. 


"Será muito difícil libertar Idlib, porque todas as forças da coalizão lideradas pelos EUA e governos [ocidentais] envolvidos na guerra até o momento se opõem à libertação da província", disse Le Corf à Sputnik França.

Ele comentou que assim que a província síria de Idlib for libertada, terá que "libertar as zonas ocupadas ilegalmente pelos EUA, França e até pela Itália no norte do país". Por esse motivo, nenhum desses países quer a libertação da província.

Le Corf salientou que a intenção de manter o status atual poderia levar a "um massacre da população civil de Idlib", referindo-se às múltiplas advertências dos militares sírios e russos sobre a possível encenação de ataques químicos com o prop…

Ucrânia vai receber da Dinamarca três navios-patrulha classe ‘Flyvefisken’

A Marinha Ucraniana será abastecida em breve com navios-patrulha da Dinamarca.


Poder Naval

O governo dinamarquês aprovou a venda para a Ucrânia por 102 milhões de euros de três navios multifuncionais de 450 toneladas classe “Flyvefisken” (projeto Standard Flex 300).

HDMS Viben (P562), classe Flyvefisken
HDMS Viben (P562), classe Flyvefisken | Reprodução

Os navios-patrulha classe “Flyvefisken” (“peixe voador” em dinamarquês) são navios de guerra da Marinha Real Dinamarquesa. A classe também é conhecida como a classe Standard Flex 300 ou SF300. Quatro navios foram vendidos para a Marinha Portuguesa e são localmente designados como classe “Tejo”.

Os navios “Flyvefisken” foram construídos usando um projeto modular inovador conhecido como StanFlex: eles têm um casco padrão no qual armas ou sistemas em contêineres podem ser colocados. Isso permite que eles mudem rapidamente de funções, geralmente em 48 horas. Isso permite que os navios sejam configurados para executar as seguintes funções:
  • Vigilância/controle de poluição
  • Combate
  • Contramedidas de minagem/caça-minas (MCM)
  • Lança-minas
Os contêineres medem 3,5 por 3 por 2,5 metros (11,5 pés × 9,8 pés × 8,2 pés). Um recipiente está situado na proa; os outros três vão para o tombadilho atrás da superestrutura e da chaminé.
 Além disso, os navios são construídos usando o princípio sanduíche – uma camada de fibra de vidro de cada lado de um núcleo de espuma de célula de PVC. Isso forma a estrutura da quilha ao topo do mastro. Esse método de construção reduz os custos de manutenção.

A classe Flyvefisken usada como caça-minas pode localizar as minas com sonar de varredura lateral e neutralizá-las uma a uma com um ROV.

Os navios são dotados de radar 3D, sonar de profundidade variável e, dependendo da configuração, podem receber o seguinte armamento:
  • 8 × lançadores de mísseis antinavio Boeing RGM-84 Harpoon Block II
  • 12 × lançadores VLS de mísseis antiaéreos Sea Sparrow
  • 1 × canhão de duplo emprego OTO Melara 76 mm/62
  • 2 × metralhadoras 12.7 mm
  • 4 × lançadores de torpedos antissubmarino de 324 mm (12.7 polegadas) para torpedos MK.46/MU90
  • 60 minas
A classe “Flyvefisken” tem 54 metros de comprimento, 9 metros de boca e 2,5 metros e calado. A propulsão é CODAG, com uma turbina a gás LM500 (versão naval do motor a jato GE TF34) e dois motores diesel MTU 16V 396TB94 de 5.667 hp no total.

O navio pode alcançar 30 nós de velocidade máxima empregando turbinas e diesel ao mesmo tempo, e 20 nós usando somente os diesel. A autonomia é de 3.860 milhas a 18 nós.

A tripulação é de até 29 militares, dependendo da missão.

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